Saída de Bolsonaro do PSL é 'provável', diz filho Eduardo
Presidente da República, Jair Bolsonaro, marcou uma reunião para esta terça-feira (12) com deputados da sigla aliados a ele
Nesta segunda-feira (11), o líder do PSL na Câmara, deputado Eduardo Bolsonaro (SP), disse que o pai, o presidente Jair Bolsonaro, marcou uma reunião para terça-feira (12) com deputados aliados do PSL ao que "tudo indica" para anunciar que deixará o partido.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

O encontro será no Palácio do Planalto e acontece em meio a uma disputa interna na legenda, com troca de farpas públicas entre o grupo que apoia Bolsonaro e a ala de apoiadores do presidente do partido, o deputado federal Luciano Bivar (PE).
Leia também
"Ele [Jair Bolsonaro] não anunciou a saída do PSL. Amanhã, a gente vai ter uma reunião. Não sei se é isso que ele vai fazer amanhã. Eu acho provável? Eu acho provável. Agora, quem der um furo desse, eu não posso confirmar. O que tudo indica é que sim", afirmou Eduardo ao ser questionado por jornalistas na Câmara.
O líder do PSL não quis adiantar qual será a estratégia do pai, caso deixe mesmo o PSL. Uma das possibilidades em estudo é criar um partido novo, o que permitiria que os deputados da bancada pudessem migrar também sem o risco de perder o mandato por infidelidade partidária.


Adolescente que agrediu homossexual em Alagoas tinha suástica tatuada no corpo

Moradores reclamam de reforma em posto de saúde em Maceió

Pesquisadores da Ufal levam ações de preservação ambiental para Paripueira

Adeus do xerife Alvinegro - 09/07/2026
"Se vai ser um novo partido, se a gente vai decidir migrar para um partido já existente, ou mesmo quais deputados estão dispostos a fazer isso, a gente vai decidir amanhã nessa reunião. Então é um momento-chave para os deputados que estão no PSL", afirmou Eduardo.
Deputados considerados "traidores" não foram chamados para a reunião.
"Amanhã, às 4 horas, haverá uma reunião no Palácio do Planalto junto com a maioria dos deputados do PSL, ressalvada uma meia dúzia que tem entrado em um conflito frontal com o presidente, e a gente vai decidir essa questão partidária", disse o líder.
O racha do partido ficou ainda mais evidente na briga pelo comando da bancada na Câmara, que tem hoje 53 parlamentares.
Chegou a haver uma "guerra de listas" para definir o nome do líder: ora uma era apoio ao nome de Eduardo Bolsonaro, ora em favor da manutenção do então líder, Delegado Waldir (PSL-GO), aliado de Bivar. A confirmação da escolha de Eduardo veio após seis listas diferentes.
