Estudo premiado pode ajudar em tratamento para a ELA
Instituto Paulo Gontijo (IPG) seleciona pesquisas de excelência que buscam a cura ou a melhora da qualidade de vida de portadores da ELA
Nesta quarta-feira (4), a cientista italiana Laura Ferraioulo, do Sheffield Institute of Translational Neuroscience, da Universidade de Sheffield, recebeu o prêmio Paulo Gontijo, dedicado a pesquisas sobre as causas e a cura da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). O prêmio foi entregue na Austrália e ela receberá a quantia de 20 mil dólares.
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Anualmente, o Instituto Paulo Gontijo, com parcerias internacionais, destaca trabalhos que visam encontrar respostas para a doença que atinge o sistema nervoso de forma progressiva e degenerativa.
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O trabalho premiado foi realizado por um grupo de neurocientistas que têm se dedicado a identificar como a comunicação entre moléculas que estão no interior das células podem ajudar na sobrevivência dos neurônios. A descoberta da cientista pode influenciar no tratamento da ELA.
Segundo a Associação Pró-crua da ELA, existem cerca de 12 a 15 mil pessoas com a doença no Brasil e quase 5 mil pessoas são diagnosticadas com ELA, anualmente, no país. Estima-se, também, que cerca de 200 mil pessoas tenham a doença no mundo.


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De acordo com o Ministério da Saúde, não há cura para a Esclerose Lateral Amiotrófica e, desde 2009, o Sistema Único de Saúde (SUS), oferece assistência e medicamentos gratuitos, de forma integral, aos pacientes diagnosticados com a doença.
