VÍDEOS: operação do MPE contra fraude fiscal em Alagoas apreende R$ 800 mil
Valores sonegados pelo grupo suspeito do esquema ultrapassam R$ 100 milhões
Até o início da tarde desta terça-feira (10), a "Operação Senhor do Sol", que combate a sonegação fiscal em Alagoas, tinha cumprido - como resultado parcial - dez mandados de prisão e apreendidos 35 veículos. O cumprimento de mandados de busca e apreensão culminou com a descoberta de R$ 800 mil, situação mostrada em vídeo feito pelos promotores.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Um dos presos é o empresário Alessandro Amâncio, o Sandro Amâncio, que atua no ramo de alimentos na região Agreste. O prejuízo aos cofres públicos superam os R$ 100 milhões.
Leia também
Dois cartórios em Arapiraca e Olho D'Água Grande também foram alvos de busca e apreensão e foram apreendidos oito caminhões-baús que eram utilizados para transporte de mercadorias e abasteciam os estabelecimentos comerciais.
O Ministério Público Estadual (MPE) desbaratou organização criminosa acusada de fraudes fiscais e atuação em municípios do Agreste alagoano. Foram expedidos mais de 130 mandados de busca e apreensão pela 17ª Vara Criminal da Capital de busca e apreensão.


ASA negocia saída de zagueiros do elenco - 3/6/26

Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió
As investigações foram deflagradas pelo Grupo de Atuação Especial em Sonegação Fiscal e Lavagem de Bens (Gaesf) e detectaram irregularidades contra pessoas e mais de quarenta empresas - sendo 17 estabelecimentos comerciais - nos municípios Arapiraca, Craíbas, Girau do Ponciano, Lagoa da Canoa, Olho D'Água Grande e Campo Alegre. Os investigados devem responder, além de fraude fiscal, por formação de organização criminosa, falsificação de documentos, lavagem de bens, falsidade ideológica e crimes tributários.
Os estabelecimentos comerciais teriam realizadas manobras fraudulentas que ultrapassaram a R$ 108 milhões em impostos, incluindo juros e multas. "As empresas envolvidas efetuaram um expressivo volume de vendas sem a emissão de documentos fiscais, entregaram mercadorias em locais diversos dos indicados nos documentos fiscais, realizaram o cancelamento fraudulento de um grande número de documentos fiscais, não recolheram o ICMS por Substituição Tributária de diversas mercadorias comercializadas, usaram artifícios para burlar as regras do regime de benefícios fiscais de atacadistas e constituíram empresas em nome de laranjas", informou a assessoria de comunicação do MPE.
Veja vídeos:
