Pinheiro: Rui diz que espera resposta da União para liberação de 750 casas
Prefeito afirma ter solicitado liberação de unidades residenciais e de auxílio-moradia para famílias que estão em áreas de risco
O prefeito Rui Palmeira comentou nesta terça-feira, durante lançamento da programação de São João em Maceió, a situação dos bairros de Pinheiro, Mutange e Bebedouro. Os três sofrem com afundamentos de solo e rachaduras devido, segundo o Serviço Geológico do Brasil, à atividade de mineração da Braskem.
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No evento, Palmeira disse que espera uma resposta da União quanto à liberação de 750 unidades do Minha Casa, Minha Vida. "Solicitamos ao governo federal uma série de questões, sobretudo referentes à barreira do Mutange. Solicitamos autorização para que eles possam ocupar unidades residenciais que ficarão prontas no final de julho".
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Ele acrescentou que também solicitou auxílio-moradia. "É uma das alternativas que estamos aventando. Estamos aguardando a reposta do Governo Federal para que possamos tomar as medidas cabíveis em relação a Pinheiro, Mutange e Bebedouro, sobretudo Mutange, a área que mais nos preocupa no momento", expôs.
O prefeito falou ainda a respeito do trabalho com o governo estadual. "O governador Renan Filho fez contato telefônico e gostaria de uma reunião ontem, mas infelizmente eu estava fora de Alagoas. Cheguei e ele foi para Brasília, mas espero que essa semana possamos sentar e definir ações em conjunto entre Estado, Prefeitura e União".


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Previdência
Durante o lançamento do São João, Rui Palmeira comentou também a participação de Estados e Municípios na Reforma da Previdência. Ele destacou a importância do envolvimento de todos e acrescentou esperar que as mudanças contemplem todos os entes federados.
"A gente sabe da polêmica que esse tema atiça em todo mundo. Hoje os governadores estão reunidos com o relator da reforma. Semana passada estive na Frente Nacional dos Prefeitos conversando com diversos prefeitos do Nordeste e todos esperam que a reforma também contemple Estados e Municípios. Isso é fundamental".
Segundo ele, caso isso não se concretize, a reforma será "capenga". "Se Estados e Municípios não estiverem teremos uma reforma capenga, porque o deficit que acontece nas previdências municipais e estaduais é brutal e está crescendo ano após ano", apontou o prefeito.
