Live: Bolsonaro diz que espera colocar um "ponto final" no MEC nesta sexta
Pasta está sem ministro há mais de 20 dias. Desde o início do atual governo, ministério já teve 3 titulares. Todos se envolveram em polêmica
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quinta-feira (9/7), durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais, que pode definir o novo ministro da Educação ainda esta semana.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

"Eu espero amanhã colocar um ponto final no Ministério da Educação. É um grande problema, tem muita gente boa. Por outro lado, tem muita gente boa, mas quando vê o tamanho do problema que é ser ministro da Educação, a pessoa recua, às vezes ate pela idade. Sabe que é uma luta bastante grande. Nós temos que começar a mudar a educação no Brasil, porque o que foi feito at=ée agora, até o começo do nosso governo, não deu certo", disse Bolsonaro.
Leia também
Desde o início do atual governo, em 1º de janeiro de 2019, o MEC já teve três ministros - todos se envolveram em algum tipo de polêmica que resultou em demissão.
Cadeira vazia


Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso

Denúncia anônima ajuda PM a apreender armas em Maceió

Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26
O Ministério da Educação está sem ministro há mais de 20 dias. O cargo foi desocupado após a demissão de Abraham Weintraub, que teve problemas com a Justiça ao chamar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de "vagabundos".
Weintraub ficou 14 meses à frente do MEC e, assim como seu antecessor, Ricardo Vélez, colecionou uma série de polêmicas.
A gestão de Vélez frente ao MEC durou pouco mais de três meses. No período em que comandou a pasta, houve ao menos 14 trocas em cargos importantes no ministério, editais publicados com incongruências, e que depois foram anulados, além de frases polêmicas de Vélez, que levaram a críticas.
Para o lugar de Weintraub, o professor Carlos Alberto Decotelli foi nomeado. Apesar da nomeação ter saído no Diário Oficial da União (DOU), ele não chegou a tomar posse no cargo.
Decotelli ficou cinco dias no MEC e foi demitido após irregularidades em seu currículo. Com a rápida passagem pelo governo, o professor foi o ministro mais breve da história da Educação.
Ainda na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro convidou o atual secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, para assumir o cargo de ministro da pasta. No entanto, após pressão e resistência da ala ideológica, Bolsonaro declinou do convite.
