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Facebook considera banir anúncios políticos na plataforma

Segundo a Bloomberg, existem conversas para avaliar a possibilidade, mas nada indica a decisão ainda

O Facebook está considerando banir anúncios de caráter políticos da rede social antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro deste ano. Segundo a agência de notícias Bloomberg, que antecipou a discussão na tarde desta sexta-feira, 10, existem conversas internas na empresa para proibir este tipo de anúncio, mas nada pode ser considerado concreto, já que o próprio presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, se mostrou pouco disposto a interferir em questões políticas na rede no passado.

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Pensando na corrida eleitoral de 2020 nos EUA, o Facebook já tinha promovido uma atualização que permitia que usuários pudessem não receber mais propagandas políticas em seu feed de notícias. A medida veio, principalmente, depois de a rede social ter sido criticada por não se posicionar contra as publicações políticas que possam conter fake news ou outras informações prejudiciais ao eleitor, em especial, conteúdos relacionados ao atual presidente americano, Donald Trump. Em maio, Zuckerberg afirmou que não era seu papel ser "árbitro da verdade".

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A plataforma, porém, ainda não decidiu ativamente qual a sua posição nesse cenário. O Twitter, por exemplo, baniu no ano passado as publicidades políticas pagas na rede social, afirmando que os conteúdos podiam trazer riscos aos eleitores, uma vez que poderiam influenciar os votos dos americanos. Na época, Jack Dorsey, presidente e fundador do Twitter, rebateu as afirmações de Zuckerberg sobre o que disse ser liberdade de expressão, dizendo que as publicidades interferiam na infraestrutura democrática.

Desde então, críticos e apoiadores da ideia de banir as publicidades políticas pagas do Facebook se manifestam, sem que a empresa tivesse decidido rever a questão até agora. Quando o Twitter optou pelo banimento, por exemplo, Hillary Clinton, candidata democrata derrotada nas eleições de 2016, foi uma das apoiadoras da ideia.

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Alex Stamos, ex-chefe de segurança do Facebook, no entanto, foi contra a proposta no ano passado e continuou manifestando suas críticas nesta sexta-feira, após o anúncio da Bloomberg. Segundo ele, em comentário no Twitter, "os anúncios políticos são apenas uma pequena parte da receita do Facebook" e "a proibição de anúncios políticos beneficia apenas aqueles com dinheiro, competência ou capacidade de obter cobertura da mídia".

Ainda, segundo a Bloomberg, a proibição dos anúncios poderia se dar de forma estratégica pelo Facebook, retirando as publicidades alguns dias antes das eleições ou apenas por um período determinado.

A discussão é mais um ponto que deixa o Facebook sob os holofotes no mês de julho. Nos últimos dias, a empresa vem sofrendo com um boicote liderado pela campanha Stop Hate For Profit, que pressiona a rede social a mudar suas políticas de remoção de conteúdo, relacionadas á publicações com discurso de ódio e desinformações, inclusive na área política nos Estados Unidos. Mais de 900 marcas integram o movimento, incluindo Adidas, Ben & Jerry's, Best Buy, Coca-Cola, Ford, Honda, Microsoft, Puma, Starbucks, Unilever, Vans, Verizon e Volkswagen.

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