Protestos do Black Lives Matter não geraram subida de casos nos EUA
Este estudo surge numa altura em que há um número crescente de testes positivos entre a faixa etária mais jovem da população americana
Um novo estudo sugere que os protestos do Black Lives Matter não causaram uma subida no número de casos de infecção pelo coronavírus nos Estados Unidos. O estudo, que foi publicado pelo National Bureau of Economic Research, recorreu a dados de manifestações que ocorreram em mais de 300 grandes cidades americanas, e comprova que o número de contágios não aumentou nas semanas que se seguiram ao início dos protestos.
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Na realidade, os pesquisadores até realçaram que houve um reforço nas medidas de distanciamento social de uma forma geral, uma vez que muitas pessoas tentaram evitar os protestos e tomaram mais precauções.
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Ainda assim o estudo admite que até pode ter havido um crescimento de casos de infecção entre as pessoas que participaram nos protestos, que começaram a decorrer após a morte de George Floyd.
"As nossas conclusões sugerem que qualquer decréscimo no distanciamento social entre o subgrupo da população que participou nos protestos é mais do que compensado pelo aumento de comportamentos de distanciamento social entre outras pessoas, que optaram por ficar em casa e evitar espaços públicos enquanto decorriam os protestos", pode se ler no relatório.


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Este estudo surge numa altura em que há um número crescente de testes positivos entre a faixa etária mais jovem da população americana, principalmente nos estados que reabriram a atividade econômica.
