Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Condenada no lugar de outra consegue liberdade após um ano e dois meses presa

Maiara Alves da Silva teve habeas corpus concedido após prisão da verdadeira participante do crime; condenação foi "injusta", disse desembargador

Presa injustamente há um ano e dois meses, Maiara Alves da Silva, que completou 28 anos nessa terça-feira (4), recebeu um presente indescritível, ainda que, literalmente, tardio: a liberdade.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Nesta quarta-feira (5) o desembargador do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) Washington Luiz Damasceno Freitas concedeu o habeas corpus pleiteado pela reeducanda.

Leia também

Na decisão, o magistrado reconhece que Maiara Alves da Silva foi vítima de uma "condenação flagrantemente injusta". Conforme noticiou aGazetaweb, ela foi condenada a 24 anos de reclusão pelo latrocínio que vitimou um taxista em Maceió no ano de 2014.

Todavia, uma série de erros e coincidências foram responsáveis pela ligação de Maiara com o crime. Isso porque outra participante do delito disse que a comparsa atendia pela alcunha de "Maiara do Joaquim Leão", o que fez com que a polícia entendesse que se tratava de Maiara Alves da Silva, por morar no bairro do Joaquim Leão e já ter registro no sistema policial.

Shorts Youtube
Play
Maceió recebe mais de 900 atletas na Copa Nordeste de Taekwondo

Maceió recebe mais de 900 atletas na Copa Nordeste de Taekwondo

Play
Número de eleitores trans dispara em Alagoas; veja os dados.

Número de eleitores trans dispara em Alagoas; veja os dados.

Play
Aliados tentam encontro “casual” de JHC, Luciano, Arthur e Alfredo no interior

Aliados tentam encontro “casual” de JHC, Luciano, Arthur e Alfredo no interior

Play
Ação de Renan e reação de JHC revelam estratégias opostas na corrida eleitoral

Ação de Renan e reação de JHC revelam estratégias opostas na corrida eleitoral

Play
Gunnar Nunes nega possibilidade de compor chapa com Renan Filho ao governo

Gunnar Nunes nega possibilidade de compor chapa com Renan Filho ao governo

No entanto, ao ser presa no último dia 29, a comparsa que apontou Maiara como sua companheira no crime, esclareceu que não se tratava da Maiara que a polícia prendeu. Após isso, no último 3, a polícia prendeu Mayara Luiza de Souza, a real participante do fato.

Ao mostrar uma foto da mulher presa, Mayara Luiza afirmou à polícia que: "ela não estava com os demais envolvidos no dia do fato em apuração, inclusive não a conheço, nem nunca a vi na vida".

Segundo o desembargador, "o erro no sistema da Justiça se mostra evidente, sendo uma injustiça gritante aguardar a propositura de revisão criminal para conceder a liberdade da paciente, quando comprovada a versão da paciente por meio dos documentos anexados". A defesa de Maiara Alves da Silva já entrou com pedido de revisão criminal.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas