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Em meio à pandemia, Saúde investiga 134 novos casos de microcefalia em Alagoas

Estado aparece em oitavo lugar do País com o maior número de casos em investigação

Em meio à pandemia do novo coronavírus, o Ministério da Saúde investiga 134 novos casos de microcefalia provocado pelo zika vírus em Alagoas, de acordo com boletim epidemiológico divulgado na segunda-feira (13). O Estado aparece como o oitavo do País em maior número de casos em investigação. A Bahia encabeça o ranking, com 451 casos, seguido de São Paulo (336), Tocantins (284), Espírito Santo (222), Rio de Janeiro (220), Paraíba (197) e Minas Gerais (176).

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Os dados do Ministério da Saúde são baseados em informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde. Segundo o boletim, entre 2015 e junho deste ano, Alagoas já confirmou 142 dos 839 casos notificados. Desse total, 280 foram descartados, 76 foram considerados inconclusivos e outros 153 foram excluídos das investigações.

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Devido aos casos de síndrome congênita associada à infecção pelo zika vírus continuarem a ocorrer de forma sistemática em recém-nascidos no País, o Ministério da Saúde recomenda manter ativa as notificações por parte dos estados.

O órgão também sugere que sejam concluídos os casos que ainda estão em investigação, seja por busca ativa das crianças nos serviços de atendimento, junto às equipes assistenciais e gestores municipais, ou pelo relacionamento entre bancos de dados.

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Em nota, o Ministério da Saúde sugere fortalecer as ações integradas das equipes de vigilância em saúde e atenção à saúde para o desenvolvimento das investigações, o oportuno encaminhamento para o cuidado e o acompanhamento das crianças.

Recomenda ainda manter as atividades dos comitês estaduais [de combate ao zika vírus] e acionar, sempre que necessário, os comitês técnicos assessores, incluindo os centros de estudo e pesquisa e os especialistas que vêm desenvolvendo pesquisas sobre o tema.

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