Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Fachin aponta 'escalada do autoritarismo' e alerta para eleição de 2022

Segundo o ministro do TSE, o presente no Brasil está 'tomado de surtos arrogantes e ameaças de intervenção'

O ministro Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta segunda-feira (17) que as eleições presidenciais de 2022 podem ser comprometidas se o consenso em torno das instituições democráticas não for protegido.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Fachin fez a declaração durante palestra de abertura em um congresso de direito eleitoral online.

Leia também

"As eleições presidenciais de 2022 podem ser comprometidas se não se proteger o consenso em torno das instituições democráticas. A defesa desse consenso em torno das instituições democráticas mostra um elemento imprescindível para a saúde da democracia", disse Fachin.

O magistrado também disse que o Brasil vive uma escalada do autoritarismo após as eleições presidenciais de 2018, que segundo ele agravou os males da saúde da democracia.

Shorts Youtube
Play
Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Play
Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Play
Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Play
Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em Alagoas e no Rio de Janeiro

Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em Alagoas e no Rio de Janeiro

Play
Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

"A escalada do autoritarismo no Brasil, após as eleições de 2018, agravou os males da saúde da democracia. O presente que vivenciamos, além de efeito da pandemia, também está tomado de surtos arrogantes e ameaças de intervenção. E por isto, infelizmente, o futuro está sendo contaminado de despotismo", afirmou Edson Fachin.

Recessão democrática

De acordo com Fachin, a democracia brasileira vive uma crise de participação e de engajamento. Para o ministro, o Brasil vive uma 'recessão democrática'.

"Os elevados índices de alienação eleitoral e a fragilidade do apoio positivo a forma democrática de governo tem demonstrado que, inequivocamente, vivemos uma recessão democrática" declarou.

Segundo Fachin, esses índices são consequências de questões como o aumento da percepção da corrupção, descontentamento da população com a performance dos agentes políticos, as campanhas de desinformação e disseminação de ódio nas redes sociais, das práticas das elites governamentais.

Atritos com governo Bolsonaro

A relação entre o Supremo Tribunal Federal e o governo federal tem tido atritos. Em abril deste ano, Bolsonaro disse que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de suspender a nomeação de Alexandre Ramagem para o comando da Polícia Federal foi "política". Depois, o presidente disse que a declaração foi um desabafo.

Em maio, uma nota divulgada pelo ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, provocou reação de entidades civis e de parlamentares. O texto de Heleno foi uma resposta ao ministro Celso de Melo, do STF.

O ministro pediu à Procuradoria-Geral da República para se manifestar sobre um pedido de apreensão do celular de Bolsonaro e de seu filho Carlos Bolsonaro em um pedido de partidos, a medida é praxe e está nas regras internas da Suprema Corte.

Em nota, Heleno afirmou que uma eventual decisão favorável à apreensão do celular do presidente poderia ter "consequências imprevisíveis" para a estabilidade nacional. A nota provocou reação de entidades da sociedade civil, parlamentares e juristas.

Também em maio, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que "ordens absurdas não se cumprem", em referência à operação da Polícia Federal contra fake news, deflagrada na véspera, que cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços de empresários e blogueiros.

Os alvos são aliados do presidente. A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator no Supremo Tribunal Federal (STF).

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas