Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

'Não dá para tabelar juros, está errado', diz Maia

Presidente da Câmara afirmou que votar tabelamento de taxas não vai resolver problema de crédito

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (18) que é "inviável" regulamentar o tabelamento de juros do cartão de crédito e do cheque especial. Maia comentou sobre o projeto que limita os juros dos produtos, aprovado no Senado no início deste mês.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

"Claro que do ponto de vista político talvez fosse mais fácil votar a matéria, mas eu sei que votar a matéria não vai resolver. Nós colocamos o tabelamento dos juros na Constituição e ele nunca foi regulamentado porque é inviável regulamentar tabelamento de juros."

Leia também

Maia participou de evento promovido pelo banco Santander. Ao ser questionado sobre o projeto aprovado pelo Senado, o presidente da Câmara disse que a votação no Senado é o resultado de uma pressão da sociedade e que o sistema financeiro precisa discutir a questão.

O texto aprovado no Senado determina um limite de 30% de juros ao ano para o cartão de crédito e para o cheque especial durante o período da pandemia da Covid-19. Maia, entretanto, já havia sinalizado que não pretende colocar o projeto em votação na Câmara.

Shorts Youtube
Play
Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

Play
CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26

CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26

Play
Aproximação existe, mas anúncio de aliança entre JHC e Alfredo Gaspar segue pendente

Aproximação existe, mas anúncio de aliança entre JHC e Alfredo Gaspar segue pendente

Play
Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Play
Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

A Febrabran (Federação Brasileira dos Bancos) é contra o projeto sob a justificativa de que o limte de juros pode prejudicar mais a economia. Segundo a entidade, o tabelamento pode agravar a crise ao distorcer a formatação de preços e gerar insegurança jurídica.

Maia, entretanto, avalia que não cabe ao Estado interferir na regulamentação do tema, mas caberá aos bancos resolover a questão internamente.

"Nunca será uma intervenção do Estado, da lei, em relações privadas. Mas eu acho que esse debate está colocado e ele precisa avançar dentro do sistema financeiro. Os bancos precisam dialogar e encontrar caminhos, para que essa pressão sobre esses dois produtos possa ser reduzida ao longo dos próximos anos."

O presidente da Câmara já tinha feito duras críticas ao cheque especial, ao qual se referiu como "extorsão" ao cidadão. Durante o evento do Santander, Maia diminuiu o tom, mas afirmou que o produto é "impagável" para as pessoas de classe média a classe média-alta.

"Vamos tentar fazer o debate sério, vamos tentar dialogar com o sistema financeiro, com vocês, com os outros bancos, para que os bancos entendam que o cheque especial no formato atual é impagável. Não tem um cidadão comum de classe média, classe média-alta que entre no cheque especial e, se ficar mais de 30 dias, não sai nunca mais na vida. Então, tem que dar uma solução para isso."

Ele também criticou a modalidade de parcelamento sem juros no cartão de crédito. O presidente da Câmara afirmou que não deveria existir parcelamento sem juros. Para ele, a conta é paga pelos demais clientes e caberá também ao comércio se manifestar sobre a questão.

Segundo ele, o parcelamento sem juros é falso.

"Nada que é parcelado não tem juros. Isso é o óbvio. Então, óbvio que quando você tem toda uma cadeia de comércio vivendo do parcelado sem juros, o resto dos clientes do cartão de crédito pagam a conta dos juros enormes do cheque especial. Isso vai ter que ter uma solução e o setor de comércio vai ter que se manifestar também nesse debate", afirmou.

Maia ponderou, entretanto, que não dá para acabar com o parcelado sem juros

"Se a situação do comércio já é ruim, imagina você acabar com esse produto no meio da pandemia. Então, acho que a gente tem que fazer o debate com calma, discutir com o Banco Central, discutir com o sistema financeiro."

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas