Deic apura se morte de pré-candidato a vereador em Flexeiras foi crime político
Delegado contou que já iniciou os trabalhos relativos ao caso e não descarta outras possibilidades
O assassinato do pré-candidato a vereador por Flexeiras, Adervan Aprígio da Rocha, na última quinta-feira (17), começou a ser investigado nesta terça-feira (22) pela Divisão Especial de Investigações e Capturas (Deic) da Polícia Civil de Alagoas (PC/AL).
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A designação dos delegados Gustavo Henrique Pereira Barros e José Carlos André dos Santos foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE).
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De acordo com Barros, a tese de crime político é uma das que devem ser analisadas durante a investigação. "Existe essa versão de que pode ter sido crime com conotação política, no entanto isso é apenas uma linha de investigação", pondera.
"Comenta-se, fala-se dessa linha de investigação, dessa possibilidade, mas, obviamente, a gente precisa amadurecer a investigação, aprofundar, para tentar esclarecer o fato, e se realmente a linha, o que motivou o crime, foi isso, que fique esclarecido, ou acaso tenha sido alguma outra motivação vamos trabalhar com bastante afinco e dedicação para descobrirmos", completa.


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O delegado contou que já iniciou os trabalhos relativos ao caso, inclusive colhendo depoimento. Barros ratificou que não descarta outras motivações para o crime, e que a ligação com política é, por enquanto, apenas um "informação".
O CASO
Adervan Aprígio da Rocha tinha 46 anos e foi morto a tiros em um local conhecido como "Usina Peixe". Testemunhas disseram à polícia que Adervan teria sido abordado por três homens que estavam num carro branco. Segundo o relato, eles mandaram a vítima deitar no chão e efetuaram os disparos. Depois fugiram do local. Ninguém conseguiu anotar a placa do veículo. O crime aconteceu na rua onde Adervan morava.
