Motoristas de transporte complementar se reúnem com presidente do TJ/AL
Tutmés Airan deve se reunir com o relator do processo; categoria cobra fiscalização de veículos irregulares em Alagoas
Motoristas de transporte complementares se reuniram com o presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), Tutmés Airan, no início da tarde desta terça-feira (22), para discutir os conflitos causados pelo grande número de veículos irregulares circulando entre as cidades alagoanas sem fiscalização. Na manhã de hoje, a categoria paralisou as atividades e protestou em diversos pontos do estado.
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Na reunião, conforme o presidente do TJ, os manifestantes expuseram os problemas enfrentados pela categoria com relação ao transporte clandestino dos táxis lotação. Para Tutmés, é preciso encontrar uma alternativa que atenda todas as partes.
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"Mais do que resolver o processo, precisamos resolver o conflito, e isso passa por vários atores. Passa pelos taxistas que fazem o transporte de lotação irregular, pelos prefeitos que concedem autorização de modo excessivo, passa pela Arsal, pelo batalhão de polícia que fiscaliza esse tipo de atividade. Temos que encontrar uma alternativa que satisfaça as partes ou, pelo menos, diminua a insatisfação, porque todo mundo quer ganhar o pão de cada dia", afirmou.
O presidente disse que vai se reunir com o relator do processo, desembargador Carlos Cavalcante, para tentar chegar a um consenso.


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"Para encontrar um modo satisfatório, só conciliando. Nossa expectativa é convocar o relator do processo para que ele chame as partes e tente construir, pacientemente, uma solução. Temos que encontrar um jeito de todo mundo trabalhar e, dignamente, resolver", pontuou.
Protesto
Motoristas de transportes complementares realizaram um protesto motivado pelo grande número de veículos irregulares circulando entre as cidades alagoanas sem fiscalização. Por causa do ato, os serviços dos complementares estão paralisados hoje. Para os motoristas, há uma 'concorrência desleal'. Pelo menos oito pontos da manifestação foram registrados em bairros de Maceió e cidades do interior.
Os complementares afirmam que há um grande número de veículos irregulares circulando entre as cidades alagoanas sem fiscalização e, por causa dos transportes clandestinos, não tem como a categoria continuar operando no estado.
