Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Aumenta pressão para que Fecoep combata pobreza em Alagoas

Fundo arrecada, em média, R$ 300 milhões por ano sem uso planejado no Estado

O desemprego e a miséria que se assentaram durante a fase mais aguda da pandemia de Covid-19, com o fechamento de empresas e redução do consumo, fizeram aumentar a pressão da sociedade civil organizada sobre o Governo Renan Filho (MDB).

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

O esforço é para que o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), que, em média, arrecada R$ 300 milhões por ano, possa ser melhor aplicado em políticas e projetos para atender a quem vive na extrema pobreza.

Leia também

É o que pretendem as entidades que lidam, diariamente, com essa realidade e que têm percebido o avanço da crise, não só na periferia da capital e região metropolitana, mas, principalmente, no Agreste e Sertão.

Tanto que o tema foi discutido com o Procurador Geral de Justiça de Alagoas, Márcio Roberto, e a Coordenadora do Núcleo de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual, promotora de Justiça Marluce Falcão.

Shorts Youtube
Play
Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Play
Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Play
Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Play
Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Na oportunidade, eles lançaram a campanha "O Fecoep precisa ajudar os mais pobres na pandemia". Segundo o coordenador do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Zumbi dos Palmares, advogado Elson Folha, se a pandemia quebrou empresas, afetou quem tinha algo a perder; para quem já vivia com dificuldades, foi ainda mais cruel.

"A pandemia global do novo coronavírus (COVID-19) está gerando fortes impactos nas mais diversas esferas da vida e da economia mundial. De acordo com os dados do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], Alagoas é o segundo estado com maior percentual de pessoas em situação de pobreza; um total de 48,9% da população alagoana vivia em situação de pobreza em 2017. Em relação à pobreza extrema, a mesma atinge mais de 570 (quinhentos e setenta) mil alagoanos, ou seja, os extremamente pobres representam 17,2 % dos 3.314 milhões de habitantes do Estado. Portanto, o debate a respeito da pobreza e marginalização de parcelas imensas da população se faz imprescindível para a elaboração de planos para combater a pandemia", lembrou Elson.

Conforme lembra, é uma questão de urgência, já que quem tem fome não pode esperar. Com base em dados e um levantamento detalhado do que foi arrecado até agora, Elson defende a criação de um plano de execução imediata.

"Estamos propondo um Plano Emergencial Para Utilização dos Recursos do (Fecoep). O Fundo tem uma receita prevista para o ano de 2020 de R$ 229,3 milhões, já tendo sido realizado o valor de R$ 142,1 milhões, conforme informações colhidas até o mês de junho/2020", revelou Elson.

Rural

Se, nos aglomerados urbanos, a miséria avança, parte dela nasce e migra do campo. E é para tentar conter essa demanda humana em direção às cidades que os movimentos agrários também apoiam uma ação efetiva com os recursos do Fecoep.

Segundo a coordenadora do MST, Débora Nunes, a intensificação da pobreza não é algo novo, uma vez que, ao longo dos anos, vem se ampliando. A pandemia, na verdade, expôs um drama que já era conhecido, mas estava aparentemente contido.

"Existe a intensificação de um processo que ocorre há anos, por parte das organizações, e que deve ser assumido por toda a sociedade, que é a cobrança de que o Fecoep seja utilizado para, efetivamente, enfrentar a pobreza em nosso estado. Inclusive, ele foi criado com essa finalidade. E, está na legislação, decretos e outros instrumentos legais que regem o seu funcionamento. A pobreza e a desigualdade são históricas, e o Fundo pode ajudar a enfrentar essa situação. Com a pandemia da Covid-19, os problemas sociais e a pobreza são aprofundados, por isso, que, neste momento, tem sido maior a pauta entorno do Fundo", afirmou a líder agrária.

Propostas

Além da análise e identificação do problema, o MST tem propostas que podem ajudar a amenizar a crise nas várias regiões do Estado. Oriundas das necessidades que afligem o movimento, muitas delas se arrastam há anos, sem que nenhuma área do Governo tenha encapado as mesmas como forma de ajudar a diminuir a desigualdade.

Com a oportunidade, agora, de voltar a pressionar por ações, o movimento apresenta as seguintes medidas:

1.Criação de um Crédito Emergencial de Fomento para as famílias acampadas e assentadas, que vivem no campo, para que possam organizar áreas de plantio de feijão, milho, batata-doce, hortaliças e outras culturas, visando assegurar o abastecimento nos próximos meses, em todas as regiões do estado, com ampla inclusão dos camponeses/as sem-terra, quilombolas, indígenas, agricultores.

2.Construção de um programa especial para beneficiamentos, que possibilite agregar valor, mas também, armazenamento de derivados por mais tempo, como na produção de farinha, doces, biscoitos etc.

3.Operacionalização do programa de compra direta da agricultura, através da efetivação do Plano estadual de Aquisição de Alimentos (PAA ALAGOAS), projetado pelo próprio Governo, com investimentos de R$ 15 milhões, para serem doados para instituições filantrópicas, escolas e comunidades carentes.

4.Definição de uma política estadual de compra institucional de alimentos da agricultura familiar e camponesa por escolas, hospitais e outros equipamentos públicos, com os recursos que já existem e são utilizados pelas secretarias de Saúde, Educação, Assistência Social, dentre outras.

5.Aquisição e regularização de terras

a) Adquirir as áreas da massa falida do grupo João Lyra - Terras da Usina Laginha e Guaxuma;

b) Regularizar a área experimental de Igaci (pertencente ao Estado de Alagoas) e as terras às margens do Canal do Sertão, ocupadas por famílias sem-terra, a exemplo do acampamento São Francisco, em Pariconha;

c) Adquirir as áreas emblemáticas, a exemplo das Fazendas Sede, Bota Velha e Mumbuca em Murici e da São José em Atalaia.

6.Suspensão das reintegrações de posses (despejos): mediação junto ao Poder Judiciário para suspender, por dois anos, todos os despejos, garantindo segurança para que as famílias invistam na produção de alimentos.

7.Retomada do Comitê Estadual de Mediação de Conflitos Agrários, com a atribuição, especialmente nesse período, para desenvolver e acompanhar ações emergenciais de fortalecimento da produção de alimentos em Alagoas.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas