Manifestantes vão às ruas de Maceió protestar contra o racismo
Ato reuniu centenas de pessoas na rua fechada da orla Ponta Verde, neste domingo
Centenas de manifestante protestaram, na tarde deste domingo (22), contra a morte de João Alberto Freitas, ocorrida na quinta-feira (19), no Carrefour, em Porto Alegre (RS), depois de ter sido espancado por seguranças do supermercado. O ato da União da Juventude e Rebelião (UJR), ocorreu na rua fechada da Ponta Verde, em Maceió. Com cartazes e bandeiras, eles pediam por justiça.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

"O racismo está tão impregnado nas instituições sociais que muitas pessoas nem se dão conta de que as pessoas negras são discriminadas e, por vezes, agredidas, o tempo todo", alerta Peterson Couto, estudante e integrante da UJR.
Leia também
Nas redes sociais, o advogado Basile Christopoulos também pediu justiça pelo jovem de 19 anos que foi acusado de furto em um supermercado da parte alta de Maceió. O caso foi registrado nesse sábado (21). O jovem disse ter sido agredido por um policial.
A jornalista Lenilda Luna também se manifestou nas redes sociais. Ela cobrou informações sobre o paradeiro do pedreiro Jonas Seixas da Silva, desaparecido desde o dia 9 de outubro.


Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso

Denúncia anônima ajuda PM a apreender armas em Maceió

Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26
"Por Beto, por Davi Silva, por Marielle, por todas as vidas negras que sucumbiram diante a violência racista. Queremos saber onde está Jonas, desaparecido depois de ser detido numa viatura da PM. Repudiamos a violência racista sofrida por um jovem negro de 19 anos, neste sábado. Chega de violência! Basta de racismo!".
