Polícia Federal em Alagoas nega prisão de grupo por crime eleitoral na capital
Compartilhamentos davam conta de que se tratava de compra de votos, hipótese negada também pela instituição
A assessoria de comunicação da Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) em Alagoas esclareceu que não houve prisão por prática de crime eleitoral, na noite desse sábado (28). Em grupos de mensagens, foram compartilhadas fotos que seriam de um grupo supostamente preso com material de campanha do candidato do PSB, JHC, mas a instituição nega que exista algum tipo de relação.
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A PF informou que algumas pessoas foram abordadas pela Polícia Militar (PM), durante a noite, no município de Rio Largo, na Região Metropolitana, e foram trazidas para a capital para prestarem esclarecimentos.
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Este grupo foi ouvido e, em seguida liberado, conforme garantiu a assessoria de comunicação da Polícia Federal. Também não foi confeccionado Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por parte da PM.
No entanto, o conteúdo do interrogatório será objeto de investigação por parte da Corregedoria da Polícia Federal. A instituição, por sua vez, garante que não se trata de crime eleitoral, mas não informou qual a tipificação do delito em questão.


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Pelo WhatsApp, os compartilhamentos davam conta de que se tratava de suposta compra de votos pela campanha do candidato do PSB, JHC, hipótese que, mesmo sem a confirmação por parte da Polícia Federal, chegou a ser bancada por alguns veículos de comunicação.
