Covas diz que urnas pediram fim de divisões e confrontos
Em discurso de vitória, candidato afirmou que SP "não quer confronto"
Em discurso após o fim das apurações, o vencedor das eleições municipais da capital paulista, Bruno Covas (PSDB), falou em tom de conciliação. Ele destacou que as urnas da cidade de São Paulo manifestaram que os paulistanos não querem confrontos e divisões. Em uma alusão aos locais da cidade onde venceu ou perdeu, Covas ressaltou que não existe "distrito azul ou vermelho, existe cidade de São Paulo."
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

"São Paulo falou. São Paulo não quer divisões, São Paulo não quer o confronto. Meu avô dizia que é possível conciliar política e ética, política e honra, política e mudança. Eu agora acrescento: é possível fazer política sem ódio, é possível fazer política falando a verdade", disse.
Leia também
"As eleições terminam hoje, não há espaços para divisões, não há espaço em São Paulo para o grupo a, para o grupo b, São Paulo é para todos. Esse foi o nosso lema de campanha, e esse será o nosso jeito de governar", acrescentou.
O prefeito reeleito ressaltou ainda que seu governo irá se focar na promoção da saúde e da educação e no combate às desigualdades. Covas disse também que sua gestão irá combater a pandemia de covid-19.


Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso

Denúncia anônima ajuda PM a apreender armas em Maceió

Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26
"Temos que investir em saúde e educação e temos que fazer da nossa gestão um mantra na busca de emprego e oportunidade, em especial para os nossos jovens de periferia que sofreram ainda mais as consequências dessa crise econômica e social".
"A democracia está viva, São Paulo mostrou que restam poucos dias para o negacionismo e obscurantismo. São Paulo disse sim à democracia, São Paulo disse sim à ciência, São Paulo disse sim à moderação, são Paulo disse ao equilíbrio", acrescentou.
