Após denúncia contra a Santa Mônica, MP dá prazo para secretário mostrar dados
Órgão observou carência de profissionais e necessidade de concurso público na UTI Neonatal da unidade
O Ministério Público Estadual (MPE), por meio da 17ª Promotoria de Justiça da Capital, estabeleceu o prazo de 10 dias para que o secretário de estado da Saúde, Alexandre Ayres, apresente dados referentes ao quantitativo de servidores lotados na Maternidade Escola Santa Mônica. O ofício assinado pelo promotor de Justiça Coaracy da Fonseca foi publicado no Diário Oficial do MPE, nesta segunda-feira (5).
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

No pedido, o promotor explica que, durante a apuração de denúncia sobre irregularidades na UTI Neonatal da unidade, foi verificado carência de servidores. Ainda de acordo com o promotor, a situação atual da maternidade requer a realização de concurso público.
Leia também
Diante dos fatos, o promotor estabeleceu um prazo de 10 dias para que o secretário apresente a quantidade de funcionários contratados, terceirizados e efetivos existentes na Maternidade Santa Mônica, bem como mostre quantos cargos há vagos e informe se já foi aberto procedimento administrativo para a realização de concurso público na unidade de saúde.
A reportagem entrou em contato com a Secretaria de estado da Saúde (Sesau), cuja assessoria informou que o fato compete à assessoria direta do secretário, já que a maternidade é gerida pela Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal).
A Uncisal, por sua vez, emitiu nota reconhecendo a carência de servidores, mas afirmando que não tem autonomia para realizar concurso público. Confira na íntegra:


Veja o tapete gigante de Corpus Christi feito em Campo Alegre

CSA se prepara para final da primeira fase da Série D - 4/6/26

ASA negocia saída de zagueiros do elenco - 3/6/26

