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Seris diz que bloqueadores instalados nos presídios estão em fase de teste

Equipamento é instrumento para impedir comunicação de presos perigosos, recolhidos nos presídios de todo o estado

O complexo prisional alagoano já conta com os bloqueadores de sinal de celulares. Ainda em fase de testes, ajustes técnicos são feitos para garantir o bom funcionamento da ferramenta, citada como importante instrumento para impedir a comunicação de criminosos com integrantes de facções que estão nas ruas.

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De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris), o processo de instalação dos bloqueadores no Complexo Prisional está em fase de testes. Ajustes técnicos estão sendo feitos diariamente para que o sinal dos aparelhos que permitem a comunicação externa seja totalmente bloqueado.

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"Além dos investimentos em tecnologia, os agentes penitenciários lotados nas unidades prisionais e no Serviço de Inteligência têm trabalhado diuturnamente para garantir a segurança de todos dentro e fora dos presídios, inibindo ações criminosas", acrescentou a assessoria da Seris.

Além do Presídio do Agreste, que era o único a dispor dos bloqueadores, em Alagoas, a ferramenta deve funcionar nas unidades prisionais da capital Cadeião, Baldomero Cavalcanti, Cyridião Durval, Presídios de Segurança Máxima 1 e 2. Os equipamentos foram adquiridos via Fundo Penitenciário Nacional (Funpen). A informação sobre os testes é divulgada três dias após o ataque a um ônibus do transporte de Maceió. A ordem para o ato teria sido dada por um detento do sistema prisional de Alagoas.

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INCÊNDIO 

Após o ataque a um ônibus coletivo, na noite do último sábado (1), no bairro do Clima Bom, em Maceió, a Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) transferiu um detento suspeito de ter ordenado a ação. Apesar de e a pasta não confirmar o motivo da transferência, o  Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas (Sindapen) diz que o ato se deu após o preso ordenar o ataque.

De acordo com o Sindapen, o presidiário, que seria ligado a uma facção paulista, estava na Penitenciária de Segurança Máxima (PSM 2) e foi transferido para o Presídio de Segurança Máxima (PSM 1).  As duas unidades ficam dentro do complexo prisional, localizadas na Cidade Universitária, na parte alta de Maceió.

O sindicato aponta que o motivo da troca de unidade seria porque no PSM 1, para onde o preso foi transferido após o ataque, não há energia elétrica nas celas, somente refletores externos para iluminação e, assim, os presos não têm como carregar os aparelhos celulares usados para mandar mensagens e/ou fazer ligações.

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