Chapecoense e famílias abrem processo contra agência de aviação da Colômbia
Há dois anos, acidente aéreo matou 71 pessoas, entre jogadores, comissão técnica e jornalistas
O time da Chapecoense e algumas das famílias das vítimas do acidente aéreo que matou 71 pessoas abriram, nesta quarta-feira (28), um processo conjunto contra a Aerocivil da Colômbia, a autoridade de aviação do país. As informações são do portal G1. Há dois anos, o avião da empresa Lamia que levava a equipe, jornalistas e convidados para a primeira partida da final da Copa Sul-Americana caiu pouco antes de pousar no aeroporto José María Córdova, em Medellin, na Colômbia.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Com apoio do clube, familiares e amigos das vítimas foram à Colômbia e à Bolívia para entrar com pedido de indenização. O prazo legal se expira no fim deste mês. O objetivo era entrar com uma ação coletiva, o que não ocorreu.
Leia também
Até setembro, nenhuma indenização havia sido paga nem pela seguradora nem pela empresa aérea. A seguradora chegou a oferecer 225 mil dólares para cada famílias, mas o valor não foi aceito. O processo todo deve levar pelo menos cinco anos na Justiça.
A investigação das autoridades concluiu que a queda foi motivada por falta de combustível. Funcionários aeroportuários e de aviação civil e da Lamia foram apontados como culpados por graves falhas técnicas.


Cabo Bebeto promete independência na Assembleia: "Pauta ruim terá meu cofronto"

Após eleger segunda cadeira do PL, Cabo Bebeto quer levar direita às câmaras municipais

Cabo Bebeto anuncia giro por Alagoas para ampliar votação de Flávio Bolsonaro

