Desaparecimento de Allan Teófilo completa um ano sem nenhuma resposta
Delegados se revezam no caso sem conseguir esclarecê-lo;família vive angustiada e ainda tem esperança de que ele esteja vivo
O caso de desaparecimento do jovem Allan Teófilo faz um ano nesta sexta-feira.
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No dia 23 de novembro de 2017, câmeras de segurança registraram o carro dele saindo da cidade de Satuba. São os últimos momentos de que se tem notícia do rapaz.
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De lá pra cá, ecoa a pergunta: onde está Allan? A polícia, que já poderia ter respondido a tal pergunta e, consequentemente, oferecido segurança à sociedade, acumula o caso nas suas pilhas de inquéritos. Allan entrou para o rol de casos de desaparecimentos misteriosos, que as forças de segurança não conseguem elucidar.
Encarregado de investigar o sumiço do jovem, o delegado Eduardo Mero, coordenador da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), informou que até agora "não houve avanços". "Até hoje não chegamos em uma conclusão", declara ele. Mero não é o primeiro delegado a assumir o inquérito. Outros, inclusive uma comissão deles, composta à época por Rodrigo Sarmento, Fábio Costa e Thiago Prado - estes dois últimos atualmente na Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic) -, mas, também não avançaram. Pessoas foram ouvidas, linhas de investigação levantadas, hipóteses checadas. "O tempo para isso não é o que todos esperam às vezes. O pessoal quer um resultado mais rápido, mas, infelizmente, a gente não alcança dessa forma", declara Mero ao ser questionado sobre suas perspectivas a respeito.


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Como o carro de Allan também nunca foi encontrado, a Polícia Civil designou que a delegada Maria Angelita tentasse primeiro localizá-lpara, dessa forma, tentar conseguir alguma pista sobre Isso foi feito, porém, novamente, a investigação não conseguiu nada.
A angústia da dúvida

Diante do cenário policial da investigação sobre o desaparecimento do filho, o pai diz que entrega a Deus.
"Deus vai dar uma resposta. Já fiz até promessa", revela. Ele afirma que espera que Allan, que ele classifica como "cabra bom demais", apareça e que, se isso acontecer, irá "botar uma pedra sobre essa história". "Vocês não imaginam. A gente espera sempre por uma notícia boa. Vive numa angústia", declara.
