Crescem relatos de agressão física e moral contra homossexuais em Alagoas
Presidente do Grupo Gay, Nildo Correia, diz que este ano são 22 mortes registradas
Os municípios alagoanos contabilizam 22 mortes de homossexuais este ano, sendo 18 homicídios e quatro suicídios. O Grupo Gay de Alagoas (GGAL) registra outra estatística assustadora: em 2018, foram 181 relatos de agressão física ou moral.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

O estado de Alagoas - mesmo sendo um dos menores do Brasil -, é um dos que mais registraram casos de violência, só não teve mais assassinatos de homossexuais do que em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo.
Leia também
Em todo o país, já mais de 300 ocorrências desse tipo, segundo levantamento feito pelo portal "Homofobia Mata", que reúne banco de dados.
O presidente do GGAL, Nildo Correia, informou que as políticas públicas ainda são ineficazes e cobra mais empenho para proteger as vítimas. "Temos o nosso grupo de trabalho da segurança que discute e monitora a situação, mas precisamos de muito mais. Das 181 agressões, 67 acabaram expulsos de casas", lembra Nildo Correia.


Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso

Denúncia anônima ajuda PM a apreender armas em Maceió

Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26
Em 2017, de acordo com o presidente do GGAL, foram 187 denúncias de agressão física e moral e 23 mortes.
