Caso Giovanna: Polícia identifica 4º suspeito da morte e conclui investigação
Polícia Civil marca entrevista coletiva para apresentar detalhes do fato
A Polícia Civil informou que concluiu a investigação da morte da adolescente Giovanna Cavalcante, de 15 anos. Um quarto suspeito do crime foi identificado, conforme nota encaminhada pela instituição no fim da tarde desta terça-feira (23).
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A participação deste suspeito no caso será detalhada em uma entrevista coletiva, marcada para as 10 horas desta quarta-feira (24), na sede da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na Chã de Bebedouro.
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Informações sobre o crime serão repassadas pelos delegados Fábio Costa, Thiago Prado e Eduardo Mero.
Outros três suspeitos do caso morreram durante troca de tiros com policiais na noite do último domingo.


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Fake

Vítima de 'fake news', Anderson Rafael Ferreira, de 27 anos, teve a sua imagem compartilhada nas redes sociais desde o domingo (21), sendo apontado como um dos suspeitos de participação na morte da jovem Giovanna Lopes, de 15 anos - assassinada no último sábado (20).
Em entrevista àGazetaweb, Anderson afirmou estar dentro do carro quando foi abordado por policiais militares, que logo o encaminharam para a delegacia, comparando, inclusive, com a imagem que receberam.
"Eu não estava sabendo de nada ainda. Soube no domingo de manhã e não demorou muito para alguns policiais me abordarem e colocarem na viatura. Eu continuei dizendo que não era eu, afirmando que era uma 'fake news', enquanto me mostravam a foto que circulava no whatsaap. Eu sou inocente, né? Na hora fiquei com medo porque eu não sabia o que estava acontecendo", relatou.
A vítima, que também motorista do aplicativo Uber, informou que na hora do crime estava trabalhando de maneira alheia ao serviço de transportes. "No sábado quando aconteceu o assassinato eu estava no 'particular'. Fui contratado por um pessoal que saiu do Mutange para a Cidade Universitária. Eu não rodei como Uber naquela noite".
Na manhã dessa terça-feira (23), acompanhado do advogado José Carlos Fernandes Neto, Anderson apresentou espontaneamente à polícia para depoimento, que disse estar descartada a participação dele no assassinato.
"Hoje pela manhã fui com meu advogado para a delegacia. Me liberaram dizendo que já estava tudo certo e que não sou participante. Observaram os vídeos das câmeras de segurança e perceberam que não era eu. Além disso, pegaram fotos do meu carro e fizeram as comparações com o outro. O do crime é um Jetta [modelo] com maçaneta preta, a maçaneta do meu é prata", concluiu.
