Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Portadores de ELA denunciam falta de medicamento em Alagoas

Medicação é utilizada para prolongar a vida dos pacientes e controlar os graves sintomas da doença degenerativa

Os portadores de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) estão sofrendo há cerca de um mês com a falta do medicamento Riluzol na Farmácia de Medicamentos Excepcionais (Farmex) do estado. O remédio, além de prolongar a vida dos portadores da doença degenerativa, controla os sintomas e dá mais independência aos usuários.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A falta da medicação pode causar fraqueza, espasmos musculares, dificuldade de locomoção e desequilíbrio, como relatou a paciente Elza de Araújo Neves, de 49 anos. "Com o remédio, a gente sente uma melhora. Sem ele fico muito debilitada, sinto que estou regredindo", disse.

Leia também

Elza é portadora da ELA há 12 anos, mas foi diagnosticada há apenas quatro. Ela sofreu paralisia nos membros inferiores e, hoje em dia, movimenta os braços e o pescoço com dificuldade.

Atividades básicas como  escovar os dentes ou se alimentar se tornam complicadas para ela sem a medicação correta. "Quando estou medicada, consigo fazer sozinha. Mas sem ela o corpo fica sem equilíbrio, então preciso de ajuda", contou.

Shorts Youtube
Play
Indicado por Luciano adota tom diplomático e evita polemizar após ser exonerado da prefeitura

Indicado por Luciano adota tom diplomático e evita polemizar após ser exonerado da prefeitura

Play
Davi Davino Filho tenta colar na direita para herdar votos que seriam para Alfredo Gaspar

Davi Davino Filho tenta colar na direita para herdar votos que seriam para Alfredo Gaspar

Play
Cristiano Matheus explica razões que o levaram a questionar candidatura de Yale

Cristiano Matheus explica razões que o levaram a questionar candidatura de Yale

Play
Renan parte para o corpo a corpo em Maceió na tentativa de abrir vantagem sobre JHC

Renan parte para o corpo a corpo em Maceió na tentativa de abrir vantagem sobre JHC

Play
JHC aposta na vitrine de Maceió e mantém campanha de rua em modo de espera

JHC aposta na vitrine de Maceió e mantém campanha de rua em modo de espera

As dificuldades para conseguir o medicamento nas farmácias privadas vão além do alto custo. Segundo Elza, quando seu marido tentou comprar em outra época de atraso no repasse da medicação, os farmacêuticos explicaram que por ser caro e ter pouca demanda, os pedidos da droga não eram realizados no estado.

"Me sinto indignada. Deveriam se preocupar com quem quer viver mais um pouco. Temos a possibilidade de uma cura, ou até de ter um corpo mais preparado para se um dia ela chegar. Mas a pausa da medicação prejudica muito", disse.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Saúde informou que o medicamento Riluzol é distribuído pelo Ministério da Saúde e que, no último trimestre, foram aprovadas 4.200 unidades do remédio, no entanto, só 1.568 foram enviadas. A informação passada pelo Ministério é que o medicamento está em processo de aquisição.

A doença

A ELA é uma doença que afeta a função dos nervos e músculos. Com base em estudos epidemiológicos, a cada dia 14 brasileiros são diagnosticados com ELA em nosso país. De acordo com o banco de dados de "ALS CARE", 60% das pessoas com ELA são homens e 93% dos pacientes são caucasianos.

A maioria das pessoas que desenvolvem ELA estão entre as idades de 40 e 70 anos, com uma idade média de 55, no momento do diagnóstico. No entanto, os casos da doença ocorrem em pessoas nos seus vinte e trinta anos. Geralmente, porém, ELA ocorre em maiores percentagens de homens e mulheres enquanto eles vão envelhecendo.

Existem vários estudos de investigação - passado e presente - para investigar possíveis fatores de risco que podem estar associados com ELA. Mais trabalho é necessário para determinar conclusivamente que a genética e / ou fatores ambientais contribuem para o desenvolvimento de ELA.

Há alguma evidência de que as pessoas com ELA estão vivendo mais tempo, pelo menos parcialmente, devido a intervenções de gestão clínica, riluzol e possivelmente outros compostos e drogas sob investigação.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas