Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Venezuelanos saem de Pacaraima em busca de abrigo em Boa Vista

Relatos de dor e frustração são os mais comuns

Menos de uma semana depois dos conflitos em Pacaraima (RR), venezuelanos que deixaram a cidade buscam refúgio em Boa Vista, capital do estado. A direção de um dos abrigos informou que os imigrantes chegaram em estado de choque, com medo e cansados. Muitos ainda estavam assustados pela perda dos poucos bens materiais.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

É o caso de Tomás Planez, 61 anos, ferreiro soldador que saiu de Pacaraima depois do conflito no sábado (18), quando moradores da cidade atearam fogo contra venezuelanos depois de um assalto a um comerciante brasileiro.

Leia também

Planez contou que teve todas as suas roupas, documentos e dinheiro queimados. Ele chegou em Boa Vista descalço, apenas com a roupa do corpo. "Foi terrível. Foi de sexta para sábado. Primeiro, começaram a atirar fogos artificiais, depois tiros de verdade. E nós ficamos trancados onde estávamos, tirando documentação", relatou.

Além da perda material, o conflito separou a família de Planez que está apenas com uma das filhas no abrigo de Boa Vista. Decepcionados com o Brasil, os outros dois filhos e a mulher voltaram para a Venezuela.

Shorts Youtube
Play
Idosa é presa em flagrante por suspeita de tráfico de drogas

Idosa é presa em flagrante por suspeita de tráfico de drogas

Play
Turista é preso em Maceió após ser acusado de agredir e tentar jogar namorada pela janela de hotel

Turista é preso em Maceió após ser acusado de agredir e tentar jogar namorada pela janela de hotel

Play
Porto de Pedras conquista duas Bandeiras Azuis para praias da Laje e do Patacho

Porto de Pedras conquista duas Bandeiras Azuis para praias da Laje e do Patacho

Play
Vacina Pneumo 20 já está disponível para idosos com 85 anos ou mais no SUS

Vacina Pneumo 20 já está disponível para idosos com 85 anos ou mais no SUS

Play
Circuito Penedo abre inscrições para monitores da UFAL até 12 de outubro

Circuito Penedo abre inscrições para monitores da UFAL até 12 de outubro

Para Planez, no entanto, o sonho de conquistar um trabalho para ajudar sua família se sobrepõe à dor. "Pela situação da Venezuela, tive que mudar para buscar melhorias para mim, meus netos, filhos, familiares. Lá, não há alimentação, trabalho, tem crianças morrendo de fome, não há saúde, médico, não há nada. Tenho esperança para continuar [aqui], conseguir meu trabalho e mandar dinheiro para meus filhos e netos".

Dignidade

A vendedora de seguros Blanca Perosa, de 37 anos, também fugiu rumo a Boa Vista. Ela deixou seu país há pouco mais de uma semana em direção a Pacaraima, depois de "perder tudo para a crise política e econômica" que atinge a Venezuela há pelo menos 3 anos.

"A classe média desapareceu no meu país. Os comerciantes e microempresários lamentavelmente baixaram ao nível de pobreza e a nossa carteira de clientes desapareceu", contou a venezuelana.

De acordo com Blanca, era impossível viver apenas com a renda do marido. "Meu esposo era funcionário estatal e não dava para sobreviver com o que o governo pagava. Tivemos que deixar empregos estáveis com salário mensal para ir às ruas vender tudo o que se podia: comida, fruta, tortilhas de milho, tudo o que rendesse dinheiro diário para viver".

Blanca afirmou que a situação "ficou tão difícil" que decidiu vir com a família para o Brasil, mesmo que seja para permanecer ao relento. Com seus dois filhos pequenos e o marido, ela passou alguns dias nas ruas de Pacaraima. Depois, conseguiu vaga em um alojamento da Paróquia da cidade. O acolhimento livrou a família de ser vítima dos atos violentos que assustaram os venezuelanos no sábado (18).

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas