Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Auditoria do TCU recomenda que OAS devolva R$ 33 mi de obra no Rodoanel

Pagamentos foram feitos pela Dersa, estatal paulista responsável pela construção

A Secretaria de Fiscalização de Infraestrutura Rodoviária e Aviação do Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou que a empreiteira OAS devolva R$ 33 milhões que teriam sido superfaturados nos serviços de terraplenagem e túneis nas obras do trecho norte do Rodoanel, em São Paulo. Os pagamentos foram feitos pela Dersa, estatal paulista responsável pela construção.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A devolução do dinheiro foi a condição apresentada pela auditoria do TCU para rever o pedido feito aos ministros da Corte de Contas para conceder uma medida cautelar suspendendo os pagamentos a OAS referentes ao reajuste contratual assinado em 2016 por causa do atraso na execução da obra. Segundo a fiscalização, esses valores também estão superfaturados. As recomendações ainda serão analisadas pelo ministro relator Walton Alencar Rodrigues.

Leia também

Ao todo, a fiscalização do TCU estima que até R$ 625 milhões tenham sido superfaturados nos seis lotes da construção do Rodoanel Norte - dois deles são da OAS. A auditoria embasou a Operação Pedra no Caminho, deflagrada no mês passado pela força-tarefa da Lava Jato em São Paulo e que resultou na prisão de 14 pessoas, entre as quais Laurence Casagrande, ex-presidente da Dersa e ex-secretário de Transportes do governo Geraldo Alckmin (PSDB); Pedro da Silva, ex-diretor de Engenharia da Dersa - ambos ainda estão detidos - e um diretor da OAS. Alckmin disse que apoia a investigação e defendeu punição em caso de confirmação dos desvios.

Segundo a investigação, os dois ex-funcionários da Dersa teriam assinado aditivos contratuais a partir de 2015 para beneficiar as empreiteiras com preços superfaturados. Ambos negam as acusações. A construção do Rodoanel Norte teve início em 2013 e deveria ter sido entregue em março de 2016. Antes de deixar o governo para disputar a Presidência, em abril, Alckmin havia prometido a conclusão do último trecho do anel viário até dezembro. Até agora, a estatal já pagou R$ 3,8 bilhões às empreiteiras e a obra não tem mais prazo para entrega.

Shorts Youtube
Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Play
Doação de sangue em Maceió

Doação de sangue em Maceió

Play
Acidente em Marechal Deodoro gera engavetamento

Acidente em Marechal Deodoro gera engavetamento

Play
Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Play
Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em AL e no RJ

Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em AL e no RJ

A Dersa se defendeu no TCU argumentando que a suspensão dos pagamentos "poderá vir a ocasionar danos irreparáveis à execução de uma obra já em fase de final de implantação". Segundo a estatal, as alterações contratuais foram feitas com base em critérios técnicos e, até agora, "não houve a cabal demonstração de que há forte indício de irregularidade a macular o contrato e aditivos celebrados pela Dersa".

Ao jornal O Estado de S. Paulo, a empresa ressaltou que a manifestação dos auditores ainda não foi apreciada pelos ministros do TCU. "Toda a defesa e documentação comprobatória da lisura do procedimento já foram apresentadas ao Tribunal. De cinco apontamentos negativos, três já foram derrubados. Os dois restantes estão em análise", afirma.

A estatal informou ainda que já havia suspendido os pagamentos para a OAS "por iniciativa própria", após laudo do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e para aguardar avaliação da Junta de Conflitos. A Dersa diz ser "a principal interessada no esclarecimento de todas as questões envolvendo dúvidas quanto à regularidade das obras" e que "se for comprovado prejuízo aos cofres públicos, o Estado buscará ressarcimento". A OAS não se manifestou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas