"Meu pai era machista", diz Carlinhos de Jesus ao lembrar preconceito
"Se a menina dança, é bonitinho, se o menino dança, leva uma porrada", disse o dançarino
Carlinhos de Jesus falou no Programa do Porchat de terça-feira (3) do início da carreira de dançarino. Aos 65 anos, ele afirma que encarou olhares tortos quando começou.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

"Se a menina dança, é bonitinho, se o menino dança, leva uma porrada: 'vai pro judô, para a natação'. Era muito complicado, passei por muito preconceito. Eu era apontado: 'hum, vai dançar'. Enquanto me zoavam, eu dançava com as meninas deles", recorda.
Leia também
"Comecei muito cedo. Eu dançava a noite inteira, beijava... Meu pai era muito machista, ele só passou a entender a dança quando eu já tinha minha carta de alforria e as meninas perguntavam: 'cadê o Carlinhos?'", relata. "Acredito que eu tenha contribuído para que os dançarinos dessem a cara a tapa na profissão", analisa.
Com informações da Folhapress.


ASA negocia saída de zagueiros do elenco - 3/6/26

Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

