Com ato no Centro, servidores municipais iniciam paralisação de 48 horas
Categoria cobra aumento de 15,41%, enquanto Prefeitura ofereceu 3%, divididos em duas vezes e sem retroativo
Os servidores municipais de Maceió iniciaram nesta quarta-feira (20) a paralisação de 48 horas em protesto contra o percentual de aumento oferecido pela Prefeitura. Os trabalhadores pedem 15,41%, mas a gestão chegou apenas nos 3%, com 2% pagos a partir de junho e o 1% restante em outubro.
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De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Maceió (Sindspref), Sidney Lopes, o funcionalismo não concordou com os percentuais. "A categoria não aceitou, até porque é sem o retrocesso desde janeiro, que é nossa data base. Sem retrocesso não tem conversa, porque os 3% já não são mais 3%".
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O início da paralisação foi marcado por um ato na Praça Deodoro, onde os trabalhadores protestaram com faixas e cartazes. Eles também saíram em caminhada pelo centro de Maceió. Segundo o Sindspref, mesmo com a iniciativa, os serviços essenciais estão sendo mantidos.
Uma nova assembleia está marcada para o dia 9 de julho, no Clube Fênix Alagoana, onde os servidores devem votar uma greve por tempo indeterminado caso as negociações não avancem. "Se não houver um encaminhamento por parte da Prefeitura vamos decretar greve", avisa o presidente.


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De acordo com ele, o Município ofereceu ao funcionalismo pagar a progressão. "Mas não aceitamos findar o movimento porque a progressão salarial já nos é garantida por lei. Além do mais, dos cerca de 20 mil servidores municipais, apenas quatro mil seriam contemplados".

