Após um ano de cobrança de mala, preço do bilhete de avião sobe 6%
Aumento de preço corresponde ao valor real, já com desconto da inflação
O preço das passagens de avião teve aumento real de 6% desde o início da cobrança pela mala despachada, há um ano. As informações são de reportagem do UOL publicada nesta sexta-feira (1º).
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Neste 1º de junho do ano passado, companhias aéreas como a Azul já aumentaram a taxa de cobrança para malas de 23kg em 67%. A princípio, todas as empresas cobravam R$ 30 reais pelo serviço. Agora, a taxa chega a R$ 50.
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As companhias Latam e Avianca passaram a cobrar R$ 40, um aumento de 33%. A Gol é a única que permanece com o preço original de R$ 30.
Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) apontam que o preço médio de uma tarifa aérea no Brasil passou de R$ 333,35 em junho de 2017 para R$ 354,02 em fevereiro deste ano (último dado disponível), um aumento real de 6%.


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Procurada, a Anac afirmou que a avaliação é "prematura". A agência definiu um prazo de cinco anos para uma análise sobre a resolução. No entanto, o órgão garante acompanha as mudanças no setor.
"Entretanto, a agência vem acompanhando e construindo mecanismos para aferir os impactos da resolução como um todo, no dia a dia do passageiro e do setor", afirma, em nota, a Anac.
