Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Fraudes cometidas pela Dolly ocorrem há pelo menos 20 anos, diz MP

Só de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o valor que a Dolly deixou de pagar chega R$ 2,1 bilhões

As fraudes cometidas pelo empresário Laerte Codonho, um dos sócios da companhia de refrigerantes Dolly, ocorrem há pelo menos 20 anos, afirmou hoje (10) o promotor Rodrigo Mansour Silveira, do Grupo de Repressão a Delitos Econômicos (Gedec) do Ministério Público de São Paulo (MPSP).

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Segundo o Gedec, que investigou apenas o montante que não foi pago em impostos estaduais, só de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o valor que a Dolly deixou de pagar chega R$ 2,1 bilhões. Somando-se os impostos federais, que não são objeto desta investigação, o valor da dívida pode passar de R$ 4 bilhões.

Leia também

Codonho foi preso nesta quinta-feira pela Polícia Civil e é considerado, pelo Ministério Público, líder da organização. A prisão é temporária, pelo prazo de cinco dias. Além dele, foram presos o ex-contador da empresa Rogério Raucci e o gerente financeiro, César Requena Mazzi. De acordo com o MP, a prisão temporária foi decretada para evitar a destruição de provas. Durante a operação, foram apreendidos 13 veículos, muitos de luxo e de colecionadores, e três helicópteros, além de dinheiro em espécie. Houve também pedidos de quebra de sigilo fiscal e bancário e de sequestro de bens.

"Era uma dívida constituída sobretudo por fraudes praticadas ao longo de muitos e muitos anos, que foram evoluindo ao longo do tempo. Iniciaram-se de forma simples, com emissão de notas de valores menores e escrituração irregular. E foram evoluindo para a utilização de várias empresas e simulação de negócios e emissão de notas dentro dessas empresas", detalhou o promotor.

Shorts Youtube
Play
Adrualdo Catão denuncia ataques contra Natália Von Sohsten e cobra reação da OAB

Adrualdo Catão denuncia ataques contra Natália Von Sohsten e cobra reação da OAB

Play
“Você já me prendeu, mas meu voto é seu”: vídeo com Delegado Leonam viraliza

“Você já me prendeu, mas meu voto é seu”: vídeo com Delegado Leonam viraliza

Play
Alfredo Gaspar realiza carreata em Viçosa e destaca recepção de apoiadores

Alfredo Gaspar realiza carreata em Viçosa e destaca recepção de apoiadores

Play
Fábio Costa diz que alagoanos aderem espontaneamente à campanha de Flávio Bolsonaro

Fábio Costa diz que alagoanos aderem espontaneamente à campanha de Flávio Bolsonaro

Play
Em Coruripe, Cabo Bebeto pede voto em Flávio e exalta Alfredo Gaspar

Em Coruripe, Cabo Bebeto pede voto em Flávio e exalta Alfredo Gaspar

Silveira disse que, posteriormente, o esquema ficou mais profissional, com um centro de distribuição em que havia manipulação de mercadorias que eram enviadas e remetidas de diversas unidades, com simulação de notas. "Houve também um terceiro processo, que seria o recebimento de insumos superfaturados de outros estados, que viabilizavam créditos ilegais. Isso ainda está sendo apurado", acrescentou. "Não há uma principal [fraude]. Era um esquema fraudulento."

O promotor explicou que um dos modos de funcionamento do esquema era pela simulação de compra de refrigerantes de distribuidoras para gerar créditos irregulares. "Eles diziam que quem tem que recolher [impostos] é aquele que produz. Então eles produziam e diziam que tinham comprado de distribuidores que eles constituíam com laranjas. Essa fraude avançou para um sistema mais complexo, com três fábricas que remetiam para esse centro de distribuição [em Diadema, São Paulo] ou que emitiam notas de refrigerante que nem sequer eram produzidos nelas. Toda sorte de fraude que se pode imaginar", enfatizou Silveira.

"O objetivo é não pagar o imposto, mas criar métodos sofisticados para que imposto não seja pago", ressaltou o promotor Arthur Lemos Junior, outro integrante do grupo que apurou a fraude. Segundo Lemos Junior, a investigação ainda não foi encerrada.

Coca-Cola

Sobre fotografia que circulou nas redes sociais mostrando Codonho preso e segurando uma placa na qual atribui sua prisão à Coca-Cola, Rodrigo Silveira afirmou que, além da Dolly, nenhuma outra fabricante de refrigerante foi objeto da investigação. Em nota, a Coca-Cola Brasil diz que não comenta processos judiciais em que não esteja envolvida e que nunca teve relação com Codonho.

Já a Dolly considerou a prisão é injusta. "Laerte Codonho sempre colaborou com as autoridades e tem certeza [de] que provará sua inocência. A defesa recorrerá da decisão e confia na Justiça", disse a empresa.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas