Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Macaco não é o autor de selfie famosa, revela tribunal dos EUA

Juízes acusam organização de se aproveitar do macaco para promover a própria agenda

A corte de um tribunal de justiça americano não concedeu direitos autorais sobre uma selfie tirado pela famoso macaco sorridente, que  viralizou na internet e desencadeou uma longa batalha legal entre o fotógrafo David Slater e a organização Pessoas pelo Tratamento Ético de Animais (Peta).

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Os juízes decidiram em favor do fotógrafo, alegando que a organização de defesa dos animais usou o macaco para promover sua agenda ativista.

Leia também

Em 2011, o macaco, batizado de Naruto, se aproximou de uma câmera instalada numa floresta da Indonésia por Slater e apertou o botão, registrando sua famosa selfie. Em 2015, ativistas da Peta resolveram entrar com um processo em nome de Naruto, no qual exigiam que o macaco fosse declarado o verdadeiro dono das imagens.

O painel de três juízes do tribunal de apelações de São Francisco, no entanto, decidiu que animais não podem processar terceiros por violações de direitos autorais, algo que a lei reserva a humanos.

Shorts Youtube
Play
Incêndio em bar deixa 27 mortos e outras 22 pessoas feridas em estado crítico na Tailândia

Incêndio em bar deixa 27 mortos e outras 22 pessoas feridas em estado crítico na Tailândia

Play
Homem procura PM para escapar de agressões da esposa em Arapiraca

Homem procura PM para escapar de agressões da esposa em Arapiraca

Play
Confusão em bar deixa um morto e dois feridos em Pão de Açúcar

Confusão em bar deixa um morto e dois feridos em Pão de Açúcar

Play
Adolescente que agrediu homossexual em Alagoas tinha suástica tatuada no corpo

Adolescente que agrediu homossexual em Alagoas tinha suástica tatuada no corpo

Play
Moradores reclamam de reforma em posto de saúde em Maceió

Moradores reclamam de reforma em posto de saúde em Maceió

O tribunal americano também disse que a Peta não conseguiu estabelecer uma relação significativa com Naruto e, portanto, não possui razões para se apresentar legalmente como "amigo próximo" do animal. Nos EUA, o termo "amigo próximo" é geralmente reservado para peticionários que entraram com uma ação judicial em nome de pessoas que não podem se representar.

"Enquanto dissemina pelo mundo a mensagem de que 'animais não são nossos para comer, vestir, fazer experimentos, usar para entretenimento ou abusar de qualquer forma', a Peta parece empregar Naruto como um bode expiatório involuntário para seus objetivos ideológicos", disse o tribunal americano, que acrescentou que Slater tem o direito de ser compensado pelos gastos legais com o caso.

Ao entrar com o processo contra Slater em nome de Naruto, a Peta alegou que o fotógrafo não tinha o direito de lucrar com o trabalho do macaco. Depois que o pedido foi indeferido, a Peta apelou, mas posteriormente chegou a um acordo com o fotógrafo, em setembro do ano passado. Slater concordou em doar 25% de qualquer receita futura para instituições de caridade que protegem macacos.

Em uma medida rara, o tribunal de apelações se recusou a aceitar a demanda dos advogados para descartar o caso. Os juízes argumentaram que uma decisão nesta "área em desenvolvimento da lei" seria útil para orientar tribunais inferiores em casos futuros.

Ao comentar o veredicto, o advogado da Peta, Jeff Kerr, reiterou que Naruto não deve ser tratado de forma diferente de qualquer outro criador.

"Negar a ele o direito de abrir processos sob a Lei de Direitos Autorais dos EUA enfatiza o que a Peta sempre argumentou - ele é discriminado simplesmente por ser um animal não humano", afirmou.

Kerr acrescentou que a Peta ainda não decidiu se apelará da decisão. Ao mesmo tempo, o advogado garantiu que o veredicto não afetaria o acordo selado previamente com Slater.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas