PSOL faz ato em Maceió em repúdio ao assassinato de vereadora do Rio
Ação acontece em vários estados; a principal linha de investigação é execução por crime político
O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e a Frente Povo Sem Medo realizam, na tarde desta quinta-feira (15), um ato de repúdio em frente à Câmara Municipal de Maceió, pelo assassinato da vereadora pelo Rio de Janeiro, Marielle Franco. A concentração do ato está prevista para as 16h30, na Praça Deodoro.
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A vereadora foi morta com cinco tiros na cabeça na noite desta quarta-feira, na região central do Rio. A principal linha de investigação é execução.
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O presidente do PSOL em Maceió, Basile Christopoulos, afirma que ainda cedo para falar sobre a motivação do crime, mas não descarta a possibilidade de ter sido um crime político, como acredita a Policiai da Divisão de Homicídios (DH) do RJ. "É cedo para cravar os motivos desse homicídio. Mas há muitas características de um crime político", pontuou.
Segundo ele, a ideia do ato que acontece hoje é que participem outros partidos políticos e também aqueles que não fazer militancia para nenhum partido, mas que estão consternados com o ato criminoso.


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Conforme explica o presidente, o PSOL em Alagoas vai continuar lutando pela democracia e pelo fim do genocídio de jovens negros e negras nas periferias do Brasil e de Alagoas.
Em nota, o PSOL nacional manifestou pesar diante do assassinato da vereadora e do motorista que a acompanhava. O partido afirmou estar ao lado dos familiares e amigos e enalteceu o trabalho de Marielle Franco como a quinta vereadora mais votada do Rio de Janeiro. Eles afirmam acreditar na hipótese de crime político e, por fim, exigem a apuração imediata e rigorosa do crime hediondo.
Veja a nota na íntegra:
O Partido Socialismo e Liberdade vem a público manifestar seu pesar diante do assassinato da vereadora Marielle Franco e de Anderson Pedro Gomes, motorista que a acompanhava.
Estamos ao lado dos familiares, amigos, assessores e dirigentes partidários do PSOL/RJ nesse momento de dor e indignação. A atuação de Marielle como vereadora e ativista dos direitos humanos orgulha toda a militância do PSOL e será honrada na continuidade de sua luta. Não podemos descartar a hipótese de crime político, ou seja, uma execução. Marielle tinha acabado de denunciar a ação brutal e truculenta da PM na região do Irajá, na comunidade de Acari. Além disso, as características do crime com um carro emparelhando com o veículo onde estava a vereadora, efetuando muitos disparos e fugindo em seguida reforçam essa possibilidade. Por isso, exigimos apuração imediata e rigorosa desse crime hediondo. Não nos calaremos!
Marielle, presente!
