O 'politicamente correto' invadiu o carnaval? Ativista alagoana responde
Enfermeira Ádija Rocha, que atua no Movimento Negro, fala sobre problematizações com músicas e fantasias que reproduzem preconceitos
Das rimas relacionadas à 'Maria Sapatão' aos trechos ainda mais escancarados sugerindo que 'como a cor não pega, mulata, mulata quero o seu amor'. A tradicionalidade das marchinhas ou de determinadas fantasias, como a 'nega maluca', não são obstáculos para que o cerco feche contra o que é considerado ofensivo a grupos sociais que já são alvos de preconceito durante todas as épocas do ano.
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Alguns consideram que a geração do 'mimimi' ou do 'politicamente correto' tem invadido e tornado o carnaval 'chato demais'. Será? Para responder a esta questão, a enfermeira Ádija Rocha, ativista que atua no movimento negro em Alagoas, conversa sobre o tema e relata uma experiência recente, onde foi apontada por suposto 'racismo reverso'. Confira a entrevista e entenda!
