Município inicia recapeamento e desobstrução do canal na Senador Rui Palmeira
Prazo para conclusão dos trabalhos é de 30 dias; serão 5 mil m² de reparos asfálticos
Após mais de 20 anos sem reparos, a Avenida Senador Rui Palmeira, no Dique Estrada, receberá obras de recapeamento e desobstrução do canal de esgoto. Os reparos tiveram início na manhã desta segunda-feira (2) e têm o prazo de 30 dias para a finalização. Serão cerca de 5 mil m² de recapeamento asfáltico.
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No canal de esgoto, um trecho de cerca 300 metros passará pelo processo de desobstrução para a retirada de lixo e lama. Um barraco que abriga uma família na região será demolido, pois está dificultando a manutenção. A família recebeu da prefeitura o Aluguel Social.
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Durante o período das obras, a Avenida Miguel Palmeira ficará apenas com uma das faixas livres para a circulação de veículos. Apenas os transportes que usarão o sentido Cambona/Trapiche, poderão passar pela região. A Guarda Municipal indica a rua em frente ao Mercado da produção, a Avenida Celeste Bezerra, para os veículos que irão circular no sentido Trapiche/Cambona.

"A interdição de uma das faixas é para evitar que esta lama fedida suje carros ou pessoas, para que a população não venha a se manifestar negativamente em relação ao nosso trabalho, fora que podemos receber alguma notificação ambiental por estarmos transportando este material altamente contaminante", informou Luiz Marechal, Diretor de Manutenção de Vias da Seminfra.


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Apesar do início dos trabalhos, um morador da região que não quis ser identificado reclamou. "Esta obra está sendo feita pela metade, pois acho que deveriam retirar todas as pontes que dão acesso às ruas e casas, para que a retirada da lama, de fato, surta efeito".

Esta obra não acabará com o problema de alagamento na região. Segundo o Diretor de Manutenção de Vias da Seminfra, este é um trabalho que requer muitos recursos e não há previsão para solução. "Para sanar este problema, é necessário o desassoreamento da Lagoa Mundaú, e este é um trabalho de custo muito alto, que só uma parceria entre os municípios do entorno da lagoa, o Estado e o Governo Federal poderia solucionar". Explica Luiz.
Cerca de 40 funcionários das secretarias de Superintendência de Limpeza Urbana (Slum), da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra) e da Secretaria Municipal de Segurança Comunitária e Convívio Social (Semscs) participam dos trabalhos.
