Ex-funcionário é apontado como mentor de crime contra fazendeiro em Branquinha
Delegado informou que, em outra ocasião, "Gonçalo" é acusado de torturar e roubar vítima; suspeito morreu em troca de tiros com a polícia
Após operações realizadas pela Polícia Militar e investigações da Polícia Civil de Alagoas, o delegado titular do 116º Distrito Policia, Cayo Rodrigues, informou que a morte do fazendeiro Tadeu Omena foi um caso de latrocínio. Um ex-funcionário é apontado como o mentor do crime.
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O fazendeiro Tadeu Omena foi assassinado com golpes de facão por um grupo de quatro jovens, na noite dessa quinta-feira (22), em sua propriedade no município de Branquinha. Segundo informações do delegado à TV Gazeta, essa é a segunda ocorrência do acusado Dijovan Tiele Silva, de 20 anos, conhecido como "Gonçalo", contra a vítima.
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"O Gonçalo já foi indiciado e teve uma prisão preventiva decretada pela Justiça de Murici. Ele roubou bens do próprio fazendeiro Tadeu. Na oportunidade, ele invadiu a propriedade, subtraiu uma motocicleta e outros bens. Esta não é a primeira vez que o Gonçalo atenta contra o patrimônio e, até mesmo, contra a integridade do Tadeu. Nesta oportunidade, ele chegou a torturar a vítima", disse o delegado.
Ainda de acordo com informações do delegado, os suspeitos foram até a fazenda de Tadeu com o objetivo de roubar dinheiro que seria utilizado para pagar funcionários da fazenda e pertences de valor. No local, foi roubada uma moto de modelo Honda e cor vermelha.


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Nesta sexta-feira (22), os policiais fizeram uma abordagem no Morro das Cobras, em União dos Palmares, e localizaram "Gonçalo", que foi morto durante um confronto com os policiais.
O crime
Na fazenda, no momento do homicídio, funcionários da vítima reagiram, e acabaram executando um dos integrantes do bando. Um terceiro suspeito, identificado como Lucas Eduardo da Silva, de 20 anos, foi preso em flagrante e segundo o delegado, confessou o crime e indicou os demais envolvidos.
O quarto integrante é um adolescente que conseguiu fugir do local. De acordo com o delegado, as buscas para a apreensão do menor devem continuar.
Participaram da operação policiais civis da Asfixia, Tático Integrado de Grupos de Resgates Especiais (Tigre), Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), militares do 2º Batalhão da Polícia Militar e o Grupamento Aéreo da Secretaria da Segurança Pública (SSP).
