Polícia descarta latrocínio e apura causas da morte de jovem que estava sumido
Cleiton Henrique de França, de 20 anos, foi morto com tiros de pistola 380; ele estava desaparecido desde domingo
A Polícia Civil de Alagoas (PC) ainda não tem informações sobre suspeitos da morte do jovem Cleiton Henrique de França, de 20 anos, que estava desaparecido desde domingo (10). O corpo dele foi encontrado na tarde de quarta-feira (13), em um canavial na Chã do Pilar, e reconhecido pela família. A polícia descarta latrocínio e pensa em execução sumária.
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Segundo o delegado José Carlos André dos Santos, responsável pela área, equipes estão nas ruas nesta quinta (14) para tentar entender o que aconteceu.
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Ele acrescenta, porém, que as autoridades já descartam a possibilidade de latrocínio, já que os pertences pessoais estavam com a vítima.
"Ele estava com relógio, carteira, identidade. Então trabalhamos com a hipótese de execução mesmo. Estamos averiguando no campo de futebol onde ele foi visto pela última vez, procurando testemunhas para saber se foi levado à força, se alguém o atraiu", aponta o delegado.


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José Carlos acrescenta ainda que a PC também procurou a família, que será ouvida oficialmente nesta sexta-feira (15). "Conversamos com parentes, que dizem que Cleiton era tranquilo, estudava, estava no Ensino Médio. Há quatro meses estava morando aqui. Veio de São Paulo e eles dizem que o rapaz não era envolvido com drogas ou crime".
As informações ainda serão aprofundadas pela polícia. "Vamos aprofundar, porque, às vezes, os familiares não sabem ou não gostam de falar. Também estamos procurando câmeras de segurança. Perto do campo de futebol existe um posto e estamos vendo se ele tem câmeras", expõe.
Cleiton Henrique de França desapareceu após sair de casa para jogar bola com amigos. A família ficou sabendo da morte no dia seguinte, ao receber, por uma rede social, um vídeo que mostrava o jovem executado com vários tiros. De acordo com o delegado, ele foi morto com uma pistola 380.
A polícia chegou ao local onde estava o corpo após uma ligação anônima. "É provável que ele tenha sido assassinado no mesmo dia, pelas condições do cadáver", explica José Carlos.
