Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Funaro diz que há impasse com MPF sobre benefícios e tempo de prisão

Doleiro conversou com jornalistas após acompanhar audiência em Brasília

O doleiro Lúcio Funaro afirmou a jornalistas nesta quarta-feira (16) que ainda não tem previsão de assinar o acordo de delação premiada que é negociado com o Ministério Público Federal (MPF).

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Segundo Funaro, há uma "dificuldade" entre as partes de se chegar a um entendimento sobre os benefícios que ele terá após a assinatura do acordo, principalmente sobre o tempo em que o doleiro permanecerá preso.

Leia também

Por meio do acordo de delação premiada, há uma troca entre o delator, que conta o que sabe sobre crimes, e as autoridades, que o premiam com uma possível redução da pena. Normalmente, os delatores têm de cumprir pena em regime fechado, antes de obterem a progressão de pena.

Após participar de uma audiência de operação que investiga irregularidades em financiamentos do FI-FGTS para a Caixa Econômica Federal, da qual é réu, Funaro conversou rapidamente com jornalistas.

Shorts Youtube
Play
Cabo Bebeto atribui votação à força da direita: "O sistema tentou me calar"

Cabo Bebeto atribui votação à força da direita: "O sistema tentou me calar"

Play
Cabo Bebeto promete independência na Assembleia: "Pauta ruim terá meu cofronto"

Cabo Bebeto promete independência na Assembleia: "Pauta ruim terá meu cofronto"

Play
Após eleger segunda cadeira do PL, Cabo Bebeto quer levar direita às câmaras municipais

Após eleger segunda cadeira do PL, Cabo Bebeto quer levar direita às câmaras municipais

Play
Cabo Bebeto anuncia giro por Alagoas para ampliar votação de Flávio Bolsonaro

Cabo Bebeto anuncia giro por Alagoas para ampliar votação de Flávio Bolsonaro

Play
Cabo Bebeto espera que JHC anuncie apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

Cabo Bebeto espera que JHC anuncie apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

Questionado sobre a assinatura do acordo, o doleiro afirmou que a sua defesa fez uma proposta sobre o tempo em que ele deverá ficar preso em regime fechado, mas que, na contraproposta, o MPF apresentou um tempo "bem diferente, muito distante do que eu queria".

De acordo com Lúcio Funaro, está "difícil" chegar a um acordo sobre por quanto tempo ele permanecerá em regime fechado.

Delação

Em junho, Lúcio Funaro decidiu mudar de advogado e contratou o mesmo escritório que defende o também doleiro Alberto Yousef. O jurista Antônio Figueiredo Basto é especialista em delações premiadas e ajudou a costurar o acordo de Youssef com a Justiça.

Em depoimento à Polícia Federal, Funaro disse que o presidente Michel Temer sabia do pagamento de propinas na Petrobras. Nas negociações de delação premiada, ele também disse que Temer orientou a distribuição de dinheiro desviado da Caixa Econômica Federal. A assessoria do presidente nega as acusações.

Em um de seus depoimentos - no último dia 7 - Lúcio Funaro também relatou que fez várias entregas de "malas de dinheiro" nas mãos do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) em uma sala do aeroporto de Salvador.

Nesta quarta, ao ser questionado sobre se já havia relatado tudo o que sabia ao MPF, Funaro disse que não e que ainda tem coisas para revelar no acordo de delação.

Indagado, então, se os fatos novos poderiam envolver o presidente Michel Temer, respondeu: "Também".

Cunha

Nesta quarta, o colunista do G1 Matheus Leitão informou que a Procuradoria Geral da República (PGR) paralisou as negociações para uma eventual delação premiada do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso pela Lava Jato desde outubro do ano passado.

Cunha é ligado a Funaro, que é apontado com o operador do peemedebista nos esquemas de corrupção investigados pela Lava Jato.

De acordo com o Blog do Matheus Leitão, uma pessoa com acesso às negociações informou que as informações prestadas por Cunha foram consideradas insatisfatórias, diante da expectativa criada com o eventual acordo.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas