VÍDEO: Bolsonaro critica soltura de mulher flagrada com oito armas de fogo
Deputado publicou vídeo em seu Facebook comentando sobre o caso que ocorreu em Maceió
Em vídeo publicado nas redes sociais, nessa segunda-feira (14), o deputado federal Jair Bolsonaro (PP) criticou a decisão da justiça alagoana, que soltou uma mulher flagrada com oito armas de fogo um dia depois dela ser presa, em Maceió, no último sábado (12).
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Um vídeo, que circula na internet, mostra policiais militares na porta da residência da mulher, questionando a Justiça do Estado por ter liberado a acusada, solta após uma audiência de custódia.
Leia também
O deputado considera a insegurança como um dos problemas que mais aflige a população e que, por isso, "tratar este tipo de gente com dignidade, com direitos humanos, ou como se fossem excluídos da sociedade, é pavimentar a estrada para a violência em nosso Brasil", afirma Bolsonaro, em relação à soltura de Maria Cícera Oliveira Lima, de 31 anos.
Para Jair Bolsonaro, "o policial precisa, além de uma boa retaguarda jurídica, de juízes que tratem bandidos como bandidos". O vídeo gravado pelo deputado já tem mais de 7 mil compartilhamentos e 20 mil reações noFacebook.


Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira
Veja vídeo:
A Associação de Magistratura repudiou a atitude dos policiais militares, de terem se deslocado até a residência de Maria Cícera para questioná-la sobre uma decisão de competência do poder judiciário.
O juiz responsável pela soltura, Ricardo Jorge Cavalcante Lima, esclarece que para soltar a acusada, levou em consideração o fato de ela ser ré primária, ter bons antecedentes e possuir endereço físico, além de ter emprego fixo. Segundo ele, a mulher alegou que as armas seriam de um namorado.
Por outro lado, o Comando da Polícia Militar afirmou que não orienta sua tropa a discutir decisões judiciais.
