Rui Palmeira diz que recapeamento deve ser retomado apenas em setembro
Segundo ele, Prefeitura gastou R$ 1 milhão com tapa-buracos; prioridade será corredores de ônibus
O prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), afirmou nesta quinta-feira (20), durante obras de drenagem no Tabuleiro do Martins, que apenas em setembro deve retomar o recapeamento da cidade. Desde o início das chuvas, o Município gastou mais de R$ 1 milhão na operação tapa-buracos.
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"No recapeamento, vamos priorizar corredores de transporte. Antes da chuva, boa parte da faixa azul foi fresada e trocamos o asfalto. A previsão de retomar é em setembro e temos expectativa muito boa de iniciar até o fim do ano várias obras de pavimentação em conjuntos da parte alta".
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Rui Palmeira afirmou que a Prefeitura tem feito "o que dá". "Estamos na rua fazendo o que dá para fazer. Num dia como hoje não podemos tapar buraco, porque só dá pra fazer isso com sol", disse. "Só em reparos de vias os gastos já passaram de R$ 1 milhão até antes de ontem", acrescentou.
O prefeito destacou, porém, que é preciso ajuda da população. Nesta quinta, ele foi visitar a execução de obras de drenagem em frente aos Correios da Avenida Durval de Góes Monteiro, no Tabuleiro do Martins. A finalidade é acabar com o alagamento permanente no local.


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"Desde janeiro trabalhando para desobstruir e construir novas galerias, porque sabemos que muitos pontos estão obstruídos de sedimentos, principalmente de lixo. É um trabalho importante para evitar alagamentos na cidade e estamos fazendo isso desde 2013, mas precisamos da colaboração da população para não jogar lixo".

Sobre o desassoreamento da lagoa, Rui Palmeira afirmou que conseguiu apoio técnico junto ao ministro Maurício Quintella para a montar um projeto na área. Não há, porém, garantia de verbas para a realização. Atualmente, alguns pontos da lagoa estão com apenas dez centímetros de lâmina d'água.
"Estamos na Cambona desde ontem fazendo uma limpeza do canal do Dique Estrada. É um paliativo, porque a solução definitiva só quando desassorearmos a lagoa, que é um processo demorado e caro. Conseguimos apoio técnico para o projeto e vamos buscar recursos, mas não temos garantia disso".
