Rainha Elizabeth visita feridos em ataque em Manchester
Sistema de saúde inglês atualizou número de feridos para 116, sendo que 75 permanecem internadas
A rainha Elizabeth visitou, nesta quinta-feira (25), o Hospital Infantil de Manchester, onde seguem internadas 19 vítimas do atentado da segunda-feira (22). O número de feridos subiu para 116, sendo que 75 continuam internados, segundo o último balanço do serviço de saúde britânico, divulgado pela Reuters.
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A BBC, a Reuters e o jornal "The Guardian" afirmam que, entre os 75 feridos internados, 23 estão em estado grave.
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Nesta manhã, a polícia anunciou duas novas prisões na região metropolitana de Manchester, consideradas "significativas", de suspeitos de envolvimento com o ataque reivindicado pelo Estado Islâmico, deixou 22 mortos no final do show de Ariana Grande.
Até o momento, oito - entre eles, um irmão de Abedi - o número de detidos no Reino Unido desde o início das investigações. As prisões desta quinta foram classificadas como "significativas".


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Além das oito pessoas detidas em Manchester, o irmão mais novo de Abedi, Hashem Abedi, e o pai do autor do ataque, Ramadan Abedi, foram presos em Trípoli, na Líbia. Hashem planejava um ataque, segundo informou o porta-voz da força líbia que atua contra o terrorismo (Rada).
A primeira-ministra britânica, Theresa May, afirmou que o nível de alerta para atentados permanece crítico, o que indica o risco iminente de nova ação terrorista.
Visita da rainha
Uma das adolescentes que segue internada no Hospital Infantil contou à rainha que foi de Harrogate para Manchester especialmente para ver o show. "Foi um presente de aniversário", disse Evie Mills, de 14 anos. Segundo o Guardian, a maioria dos pacientes que segue no hospital tem idade inferior a 16 anos.
"É terrível e muito cruel ter como alvo esse tipo de coisa", comentou a rainha, citada pela SkyNews. Ainda de acordo com a emissora, a monarca comentou com a família da adolescente o fato de que "todos estão unidos" no hospital e na cidade.
Vazamento de informações
A BBC informou que a polícia de Manchester deixou de compartilhar informações com as autoridades dos Estados Unidos após os vazamentos na imprensa de informações sigilosas, de acordo com a agência Efe.
Na quarta-feira (24), o jornal "New York Times" divulgou imagens do local do ataque, que deixou 22 mortos e 64 feridos, entre eles várias crianças, provocou um grande mal-estar entre as autoridades britânicas.
O conselho Nacional de Chefes de Polícia do Reino Unido considerou, em declarações divulgadas hoje pela imprensa local, que "prejudicam as investigações, a confiança das vítimas, dos testemunhas e seus familiares".
A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, vai se queixar ao presidente dos EUA, Donald Trump, dos vazamentos de informações, de acordo com a Efe.
