Meirelles diz que país voltará a gerar emprego no segundo semestre
Ministro da Fazenda ressaltou, durante entrevista, que Brasil já saiu do "fundo do poço"
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta quinta-feira (11) que o país vai voltar a gerar emprego, a partir do segundo semestre deste ano. Meirelles participou nesta manhã do programa Agora Brasil, na NBR, canal de TV da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Meirelles falou sobre a economia e as propostas de reforma previdenciária e trabalhista em tramitação no Congresso Nacional.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

O ministro afirmou que nos últimos anos o governo gastou excessivamente e a dívida pública subiu "de forma descontrolada". "É preciso esclarecer o fato de que nós herdamos a maior recessão da história do Brasil", declarou. O ministro disse que o país ainda está "pagando o preço" dessa recessão econômica. "Os investimentos caíram e as empresas começaram a demitir e as pessoas pararam de consumir com medo de serem demitidas", disse.
Leia também
Mas, para o ministro, agora país já saiu do "fundo do poço". "Já estamos crescendo porque o governo cortou as despesas, estamos fazendo as reformas necessárias", acrescentou.
O ministro disse ainda que a confiança de empresários e consumidores melhorou, levando a maior produção e consumo. Com isso, Meirelles afirma que o emprego vai reagir no segundo semestre.


Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Ex-prefeito cita motivos que o levaram a romper antiga aliança com sucessor

Em reunião, integrantes do PL cobram posição clara de JHC sobre a direita
Sobre a Previdência, o ministro respondeu a questionamento sobre as dívidas previdenciárias de empresas. Ele disse que a maior parte da dívida é de empresas insolventes ou falidas, o que torna difícil a recuperação. Ele acrescentou que o valor que pode efetivamente ser recuperado chega a R$ 150 bilhões. "Não cobre nem um ano de déficit da Previdência", disse.
