Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Sargento acusado de matar colega de farda é condenado a 18 anos de prisão

Viúva da vítima disse que jamais esperava tal atitude de Diógenes Batista: "Várias vezes ele chegava na minha casa, tomava cafezinho"

O sargento reformado da Polícia Militar (PM) Diógenes Batista de Lima foi condenado a 18 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, pela morte do colega de farda, sargento Manoel Alves Ferreira Júnior, em 2013. O julgamento aconteceu nesta terça-feira (28), em União dos Palmares. Os jurados consideraram que o crime foi cometido por motivo torpe e não reconheceram a tese da defesa de homicídio privilegiado.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

O julgamento foi conduzido pelo juiz Anderson Santos dos Passos, titular da 3ª Vara Criminal de União dos Palmares, que decretou a prisão do réu. O crime ocorreu em fevereiro de 2013, em um bar no município de Santana do Mundaú. De acordo com as testemunhas, a vítima, sargento Júnior, questionou aos organizadores de um bloco de carnaval, que estavam no bar, o motivo de não ter sido doada uma camisa do bloco a uma pessoa "humilde", que não tinha condições de comprá-la.

Leia também

O acusado, um dos organizadores, intercedeu na conversa e afirmou que as camisas deveriam mesmo ser vendidas e que era justo eles ganharem dinheiro, já que tiveram trabalho. Na sequência, Diógenes e Júnior trocaram ofensas e o acusado chegou a pegar uma garrafa de vidro para agredir a vítima, mas foi impedido.

Em seguida, Diógenes se ausentou do local e foi buscar uma arma de fogo. Quando retornou, desferiu os disparos que mataram o sargento Júnior. O Ministério Público de Alagoas, representado pelo promotor Bruno de Souza Martins Baptista, sustentou que a Justiça seria feita com a condenação por homicídio duplamente qualificado.

Shorts Youtube
Play
Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

Play
CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26

CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26

Play
Aproximação existe, mas anúncio de aliança entre JHC e Alfredo Gaspar segue pendente

Aproximação existe, mas anúncio de aliança entre JHC e Alfredo Gaspar segue pendente

Play
Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Play
Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Em depoimento, a viúva da vítima, Sandra Emídio Ferreira Cardoso, disse que jamais esperava tal atitude de Diógenes. "Várias vezes ele chegava na minha casa, tomava cafezinho. Existia uma amizade [entre nós] desde o tempo que ele casou com a minha prima (sua primeira esposa)".

Sandra também falou sobre sua vida desde a morte do marido. "Minha filha já tentou se matar duas vezes. Até hoje vive em depressão, sentindo falta do pai. É muito difícil porque eu me espelhava nele e os meus filhos também. É uma batalha muito dura que eu venho carregando", disse.

Defesa

A defesa sustentou a tese de homicídio privilegiado, isto é, que o réu agiu movido por forte emoção e após injusta provocação da vítima. De acordo com o advogado Welton Roberto, "as testemunhas presenciais afirmam categoricamente que a vítima provocou o acusado, injuriou o acusado, e isso por si só já retiraria uma qualificadora que o Ministério Público está pedindo, que seria da motivação fútil".

Ao ser interrogado, o réu afirmou que não possuía amizade com a vítima desde que teve desentendimentos com Júnior devido a este supostamente ter ajudado a primeira esposa de Diógenes a ter um caso extraconjugal.

Diógenes disse também já havia decidido ir embora do bar após a discussão sobre o bloco, mas quando se preparava para ir, Júnior o chamou de "cachorro desmoralizado", o que aumentou a sua raiva. As testemunhas também confirmam que a vítima chamou o réu de "corno".

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas