"Jogo difícil", diz Canindé sobre vitória azulina contra o CEO
Para treinador, time "misto" do CSA não se impôs e escapou de vexame; ele destaca desgaste com maratona de jogos e dispara: "Não pode repetir moleza"
O técnico azulino Oliveira Canindé falou à imprensa, na noite desta segunda-feira (13), após a tímida vitória do CSA sobre o CEO, em Coruripe, e voltou a cobrar mais empenho por parte de seus comandados. O resultado positivo veio após três derrotas seguidas e o Azulão retomou a liderança isolada no grupo B do Estadual, mas o placar apertado não agradou. Para Canindé, o grupo precisa se impor mais nas próximas partidas, sem se acomodar em nenhum momento do confronto, mesmo com a maratona de jogos à qual o time vem se submetendo.
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"Foi um jogo difícil. O futebol proporciona algumas situações complicadas. Se não se impor, a gente acaba tomando vexame. O CSA não pode repetir essas atuações com mordidão, com moleza. Isso não vai acontecer mais. É preciso vergonha na cara. O anormal é o pequeno surpreender, e quando não dá para vencer na técnica, o resultado precisa vir na vontade. Temos que atentar para isso", analisou o treinador.
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Para o duelo em Coruripe, o time do Mutange entrou em campo apenas com um jogador considerado titular, o volante Everton Heleno, com muitos dos principais atletas sequer relacionados para o compromisso pela 4ª rodada.
"Também não podemos esquecer que jogamos anteontem [pela Copa do Nordeste, no Rei Pelé]. Precisávamos descansar alguns jogadores. Foi apertado, mas somamos três pontos", emendou o treinador, acrescentando que a opção pelos considerados reservas teve como objetivo dar ritmo de jogo a todo o elenco.


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"Procurei condicionar quem está sem jogar. Não existiu um mistão. Precisamos dar ritmo a esses jogadores. Afinal, muitos deles não fizeram uma pré-temporada completa. É por isso que alguns estão sentindo, como o Panda [volante]", reforçou Canindé.
Ainda na coletiva de imprensa no Gérson Amaral, Canindé destacou a necessidade de o time reconquistar a confiança da torcida para a sequência de jogos do Azulão, pelo Alagoano e Copa do Nordeste. "Quem está com mais ritmo é a garotada, mas não podemos colocar os garotos para resolverem. Também precisamos aprender a jogar com nossa torcida. Parece que a perna pesa. Precisamos dele porque o nosso torcedor faz a diferença", concluiu.
