Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Inflação de 2016 fortalece aposta de economistas de queda maior dos juros

IPCA fechou o ano em 6,29%, abaixo do teto da meta da inflação do Banco Central.

A forte desaceleração da inflação oficial, divulgada nesta quarta-feira (11), fortalece a aposta dos economistas de que o Comitê de Política Monetária (Copom) vai acelerar o ritmo de redução da taxa básica de juros (Selic). Depois de duas reduções de 0,25 ponto, o grupo se reúne nesta tarde, quando deverá anunciar mais um corte. Hoje, os juros estão em 13,75% ao ano.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Rogério Mori, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV), considera que a taxa Selic deverá cair nesta quarta-feira e seguir ritmo ao longo do ano. Em 2016, a inflação fechou em 6,29%, abaixo do teto de metas em vigor no país. A estimativa mais recente dos economistas dizia que o IPCA chegaria no final do ano a 6,35%.

Leia também

"A queda deve ficar em meio ponto percentual, o que levará a taxa Selic para 13,25% ao ano. Essa queda se alinha, de um lado, com a convergência da inflação para o centro da meta, de 4,5%, e, por outro, com o debilitado ritmo da atividade econômica brasileira. Nesse sentido, a queda recente da inflação abriu espaço para cortes na taxa de juros por parte do Banco Central, o que estimulará a demanda e a produção no médio prazo", diz.

Segundo ele, se o comportamento da inflação for mesmo de queda e se a economia brasileira continuar debilitada, pode haver cortes mais agressivos na taxa básica de juros. "Há ainda o cenário externo, não sabemos como será a economia americana com Donald Trump", diz. Segundo Mori, o mercado trabalha com taxa de juros de 10,5% até o final de 2017.

Shorts Youtube
Play
Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Play
Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Play
Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Play
Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em Alagoas e no Rio de Janeiro

Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em Alagoas e no Rio de Janeiro

Play
Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

Apesar da queda nos juros, Mori recomenda cautela para os consumidores. "O ritmo da atividade econômica brasileira segue fraco e a tendência do desemprego é de elevação no primeiro trimestre do ano. Nesse sentido, não é recomendável que novas dívidas sejam assumidas nesse cenário. Ao mesmo tempo, a queda da Selic traz algum alívio marginal para quem está endividado, uma vez que as taxas de juros devem registrar algum recuo. De qualquer forma, o quadro atual inspira conservadorismo em termos de gastos e de dívidas".

Para o professor de finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA), Alexandre Cabral, o "problema" da inflação está bem encaminhado, o que deverá pressionar o Copom a baixar mais os juros.

"Estamos com juros reais (descontada a inflação) na casa de 8%, que é considerado um valor muito alto para qualquer economia", afirma.

O economista do Mackenzie Pedro Raffy Vartanian acha que a tendência é que a inflação convirja para a meta de 4,5% no decorrer deste ano, o que abre espaço para o Banco Central reduzir mais a taxa de juros. "Até porque a política monetária já mostrou os resultados esperados", diz.

Segundo ele, a manutenção de uma alta taxa de juros ao longo de 2016 ajudou na queda da inflação, pois impactou a atividade econômica, o crédito, os gastos dos consumidores e investimentos dos empresários em novos negócios. "Isso gerou queda na demanda da economia, o que provocou queda nos preços. É o efeito colateral da política monetária", afirma.

Para Vartanian, o processo de redução da taxa de juros será gradual. Sua aposta é que a atividade econômica continuará enfraquecida neste primeiro semestre, com possibilidade de melhorar só a partir do segundo semestre e retomada um pouco mais contundente no ano que vem.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas