Imagens vão mostrar se homem foi agredido ou sofreu queda dentro de bar
Jadilson Pereira Salustiano, de 50 anos, morreu no HGE nesta terça; ele estava internado desde o último sábado
Um homem que estava internado desde o último sábado (17), quando supostamente foi agredido por seguranças do estabelecimento, morreu, nesta terça-feira (20), no Hospital Geral do Estado (HGE). O bar, no entanto, afirma que ele estava bêbado quando caiu e bateu a cabeça, ficando ferido. Imagens do estabelecimento comercial serão entregues à polícia.
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Segundo a filha da dona do bar, Analice Cavalcante, os vídeos do circuito interno de câmeras mostram claramente que Jadilson Pereira Salustiano, de 50 anos, teria caído e se ferido, mas que não foi agredido por seguranças.
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"Nós estamos com as imagens e estamos aguardando a polícia para buscá-las. Ele e a esposa estavam bêbados, inclusive, ela não se lembra de nada. Ela conta a história, segundo o relato de alguma pessoa, que está dizendo algo que não aconteceu", explicou a responsável pelo bar.
Analice informa ainda que Jadilson costumava frequentar o local e já causou prejuízos ao estabelecimento. "Ele já ficou bêbado aqui várias vezes. Já saiu sem pagar e nunca cobramos, por conta do estado alterado dele. Também já ficou provocando confusões algumas vezes. Inclusive, nós soubemos que ele tomava remédios controlados", expôs.


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Segundo a esposa de Jadilson Pereira Salustiano, o casal teria ido ao banheiro, após pagar a conta. Ao sair, a mulher viu o marido caído no chão e sangrando. Uma pessoa que estava no local contou que ele teria sido agredido e é essa a versão que ela defende.
O corpo de Jadilson apresenta lesões que podem ter sido provocadas por queda ou agressão. Um exame de necropsia deve ser feito para que seja constatada a causa da morte.
OGazetawebentrou em contato com o advogado da bar, Diego Albuquerque, que informou que minutos antes da queda, Jadilson foi convidado a se retirar do local porque estava agredindo pessoas verbalmente com palavrões.
Ainda segundo Diego, o estabelecimento está sendo solidário com a família da vítima, inclusive, custeou um jazigo, em um cemitério da capital, a fim de que Jadilson seja enterrado. "A proprietária do estabelecimento foi muito solidária. O bar todo têm envolvimento da família, inclusive, dentro dos estabelecimento há muitos trabalhadores que são familiares. Nunca deixariam alguém ser agredido por seguranças que são funcionários há mais de três anos do local", expôs.
