VÍDEO: Centrais sindicais marcham em Maceió para cobrar manutenção de direitos
Manifestantes dizem ser contra projetos em tramitação no Congresso Nacional
O Dia Nacional de Lutas, idealizado pelas centrais sindicais em todo o Brasil, foi marcado por paralisação de servidores e protesto em Maceió. Representantes de sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) fizeram um ato público com caminhada por ruas do bairro do Farol e do centro da capital.
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Os manifestantes seguiram da Praça Centenário, onde se concentraram, até a Praça Dom Pedro II, no Centro, segurando bandeiras e utilizando, ao longo do percurso, um carro de som, por meio do qual pediram o apoio da população para se mobilizar contra o que classificam ser o desmonte do Estado.
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O protesto tinha como finalidade se posicionar contra algumas matérias em tramitação no Congresso Nacional. Entre elas estão a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que poderá, na avaliação dos trabalhadores, congelar os investimentos públicos no Brasil; o projeto de lei 6567, que trataria da privatização do pré-sal; a medida provisória 746, que fará a reforma do Ensino Médio; e a PEC 257, do congelamento dos salários, inexistência de concurso público por mais 2 anos e gasto de dinheiro com um novo PDV (Programa de Desligamento Voluntário).

Para o diretor financeiro do Sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social de Alagoas (Sindprev-AL), Cícero Lourenço, o ato desta quarta-feira atende a um chamamento da CUT nacional para um dia inteiro de mobilizações e paralisações em diversas áreas do serviço público. Seria, ainda, um indicativo de greve para todas as categorias.


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Entre as mensagens contidas nas faixas seguradas pelos trabalhadores, estava o pedido para saída do presidente Michel Temer (PMDB). Eles também chamam de 'golpistas' os que estão tentando retirar alguns direitos dos trabalhadores.
"Precisamos lutar contra esse governo golpista que quer retirar direitos dos trabalhadores, principalmente gerando caos na saúde e educação. Hoje tem a paralisação nacional e em breve uma greve geral de todas as categorias", anunciou Lourenço.
A caminhada dos manifestantes ocupou meia pista da Avenida Moreira e Silva, no Farol, desceu a Ladeira dos Martírios e seguiu pela Avenida Cincinato Pinto até chegar à Barão de Penedo, já próxima à chamada Praça da Assembleia Legislativa.
