Polícia Militar prende grupo na área nobre suspeito de vender drogas sintéticas
Denúncia encaminhada ao Gecoc e serviço de inteligência da PM foi checada pela RP
A partir de uma denúncia que chegou ao Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) e ao serviço de inteligência da Polícia Militar, uma operação foi montada na qual foram presas quatro pessoas em flagrante, na madrugada desse sábado (24), na área nobre da capital. Eles escondiam grande quantidade de drogas sintéticas e materiais que seriam usados para a venda deste material.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Militares do Batalhão de Polícia de Radiopatrulha (BPRP) e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) foram mobilizados, por volta de 1h30, depois que uma informação dava conta de que um trio estava próximo a um estacionamento de um shopping, em Mangabeiras, a serviço do tráfico de entorpecentes. Ois policiais foram ao local e confirmaram a denúncia.
Leia também

Os policiais encontraram no local Marcelo Henrique Santos Albuquerque, de 30 anos, que mora na Rua Jangadeiros Alagoanos, no bairro de Pajucara; Leandro Damasceno Alécio, de 27 anos, residente na Ponta Verde; e Stephanie Cavalcanti Lins, de 19, moradora do Village Campestre.
Os celulares deles foram recolhidos e os militares vistoriaram os aplicativos instalados. Em um deles, percebeu uma conversa suspeita com uma quarta pessoa. A guarnição, portanto, decidiu ir até a casa dela para checar se havia relação com o grupo. Johnata Santos Tavares, de 28 anos, que vive na Ponta Verde, também foi questionado sobre seu envolvimento com o tráfico.


Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Ex-prefeito cita motivos que o levaram a romper antiga aliança com sucessor

Em reunião, integrantes do PL cobram posição clara de JHC sobre a direita

Com eles, foram encontradas 170 gramas de MDMA, droga feita em laboratório, quatro cartelas de LSD, 1 grama de êxtase, duas balanças de precisão, três celulares, uma máquina de embalagem a vácuo, uma caderneta de anotações, vários plásticos para embalar a droga e papéis de seda, além de R$ 550,50 em dinheiro.

