Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Bélgica tem maior coleção de cérebros do mundo para pesquisa de doenças

São mais de 3 mil exemplares selecionados por médico durante 40 anos

O estudo das doenças mentais conta com um importante tesouro no Hospital Psiquiátrico de Duffel, norte da Bélgica, onde estão armazenados 3 mil cérebros selecionados meticulosamente por um médico britânico ao longo de 40 anos.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

O tesouro é composto de lobos frontais, hipocampos e outras áreas-chave deste importante órgão do sistema nervoso humano e conta até com cérebros inteiros banhados em formol, ou em parafina.

Leia também

"Que a gente saiba, é a maior coleção desse tipo no mundo", afirma o diretor de Pesquisa do Hospital de Duffel, Manuel Morrens, que poderá estudá-la minuciosamente junto com sua equipe.

Originalmente composta por cerca de 8,5 mil cérebros, a coleção reunida pelo neuropatologista britânico John Corsellis entre 1951 e meados dos anos 1990, esteve a ponto de desaparecer, devido à pressão urbanística em Londres.

Shorts Youtube
Play
Traficante com mandado por feminicídio é preso com arma e drogas em Maceió

Traficante com mandado por feminicídio é preso com arma e drogas em Maceió

Play
Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso

Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso

Play
Denúncia anônima ajuda PM a apreender armas em Maceió

Denúncia anônima ajuda PM a apreender armas em Maceió

Play
Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

Play
CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26

CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26

Entre 2 mil e 3 mil cérebros serão usados em pesquisas, principalmente sobre depressão e esquizofrenia, neste canto tranquilo de Flandres. Cada um deles é acompanhado de um registro médico mantido até a morte do paciente.

"Atualmente, é muito difícil obter tecidos. Estudamos o funcionamento do cérebro graças, principalmente, a amostras de sangue. Agora [com essa coleção] podemos ter acesso direto", afirma Morrens.

Na época do doutor Corsellis, falecido em 1994, as considerações éticas mais flexíveis provavelmente facilitavam formar este tipo de coleção.

Uma das principais vantagens de trabalhar com cérebros dessa época é que muitos deles não foram afetados por tratamentos médicos, que não existiam naquele momento.

"Pesquisas contemporâneas são dificultadas pelo fato de que os cérebros provêm de pacientes que foram submetidos a tratamentos (medicações). Nós vamos estudar a doença em sua forma mais pura", entusiasma-se Morrens.

Os segredos do cérebro

A pesquisa post mortem desses cérebros poderá permitir descobrir alguns segredos que ainda escapam à compreensão dos cientistas, diz Violette Coppens, pesquisadora de Pós-Doutorado em Duffel.

"A psiquiatria é um campo relativamente novo nas pesquisas científicas", afirma.

Especializada na compreensão dos problemas mentais em termos da função biológica do sistema nervoso, a Biopsiquiatria começou a ganhar importância nos anos 1980 e 1990. E o cérebro, o órgão mais protegido e menos acessível do corpo humano, é também um dos mais difíceis de estudar.

Violette Coppens e seus colegas extraem amostras desses milhares de cérebros e as estudam com o microscópio para procurar inflamações.

Na tela da pesquisadora, aparece uma parte do cerebelo, cuja matéria branca foi tingida para que se possa observar melhor as células que a compõem.

A pesquisa atual sobre os seres vivos é limitada pela tecnologia, explica Morrens. As tomografias e as ressonâncias não podem, por exemplo, identificar que tipo de proteínas, ou enzimas, é ativado pelas doenças.

A observação e a comparação de milhares de amostras se convertem, nesse contexto, em ferramentas essenciais para revelar os segredos do cérebro.

"Será que a inflamação cerebral pode causar, piorar, ou influenciar - de uma forma ou de outra - o curso médico dos transtornos mentais?", questiona Coppens com os olhos fixos nos meandros roxo criados pelo tingimento.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas