Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Pesquisa da Unicamp usa saliva para indicar predisposição ao câncer bucal

Estudo foi desenvolvido por pesquisadores de Piracicaba e Campinas (SP). Análises apontam proteínas que podem causar surgimento da enfermidade

Pesquisadores de Piracicaba (SP) e Campinas (SP) descobriram na saliva uma forma de diagnosticar a gravidade do câncer de boca. De acordo com estudo feito em parceria pela Unicamp, Laboratório Nacional de Biociências (LNBio) e Instituto do Câncer de São Paulo, 90% das amostras de pacientes apontaram existência de proteínas que indicam também o potencial surgimento da doença.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A descoberta poderá nortear o tratamento de um dos mais frequentes tipos de câncer, o carcinoma oral, tipo de alteração celular, que em 20% das ocorrências, evoluiu para morte em até cinco anos após o diagnóstico.

Leia também

O trabalho foi publicado na Revista Scientific Reports, do grupo Nature e rendeu o 7º Prêmio Octavio Frias de Oliveira, na categoria pesquisa oncológica, para à coordenadora do estudo Adriana Franco Paes Leme, do LNBio.

A pesquisa revelou diferenças significativas nas proteínas da saliva de pessoas saudáveis e de pacientes com câncer de boca, com ou sem lesões aparentes. O estudo selecionou um painel de proteínas capaz de distinguir os grupos.

Shorts Youtube
Play
Após isolamento em articulação, JHC manda recado indireto e critica “fantoche”

Após isolamento em articulação, JHC manda recado indireto e critica “fantoche”

Play
Prefeitos fiéis ao MDB nas eleições serão prestigiados, avisa Renan Calheiros

Prefeitos fiéis ao MDB nas eleições serão prestigiados, avisa Renan Calheiros

Play
Câmara muda Lei Orgânica e beneficia vereador que deve assumir cargo no Estado

Câmara muda Lei Orgânica e beneficia vereador que deve assumir cargo no Estado

Play
JHC e Paulo Dantas protagonizam troca de críticas sobre violência nas redes sociais

JHC e Paulo Dantas protagonizam troca de críticas sobre violência nas redes sociais

Play
Flávio atribui possíveis novas tarifas ao “tom agressivo” de Lula os EUA

Flávio atribui possíveis novas tarifas ao “tom agressivo” de Lula os EUA

"As proteínas selecionadas refletem alterações em mecanismos celulares que podem ajudar a elucidar o surgimento e a progressão do carcinoma", comentou a coordenadora do estudo.

As amostras da saliva coletadas pela Faculdade de Odontologia (FOP) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pelo Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp) foram analisadas por meio da técnica de "proteômica, baseada em descoberta do Laboratório Nacional de Biociências.

Os resultados levaram à identificação de 38 proteínas presentes somes na saliva de pessoas com câncer e lesão ativa, assim como diferenças na expressão de quatro proteínas localizadas nas vesículas extracelulares da saliva de pacientes.

De acordo com o estudo, uma proteína específica chamada PPIA mostrou-se relacionada a um pior prognóstico da doença quando encontrada na saliva em baixa concentração, mesmo em pacientes que removeram cirurgicamente as lesões ativas.


				Pesquisa da Unicamp usa saliva para indicar predisposição ao câncer bucal
FOTO: Reprodução/EPTV

"A saliva se mostrou uma fonte interessante de marcadores de prognóstico. Isso é animador porque se trata de um fluido que pode ser obtido sem a necessidade de procedimentos invasivos", disse Adriana Franco Paes Leme.

A FOP recebe por mês, em média, 100 novos casos. Pelo menos, 7% deles são diagnosticados com câncer de boca. De acordo com o pesquisador da instituição, Márcio Lopes, ressaltou que os pacientes costumam chegar à clínica da universidade com lesões avançadas devido à doença. "Os ferimentos começaram pequenos e, por meses, se desenvolveram", afirmou.

Próximos passos

Os pesquisadores já se preparam para avaliar um número maior de pessaos e incluir pacientes que fizeram tratamento de radioterapia. O projeto prevê análises de amostras de sangue e de tecidos de tumores. Os dados obtidos nos laboratório continuarão a ser confrontados com o histórico clínicos dos participantes do estudo.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas