Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Juiz determina quebra de sigilo de dados do suspeito de matar capitão da PM

Pedido foi feito pela Polícia Civil, que pretende agendar reconstituição do caso

O juiz Geraldo Cavalcante Amorim, da 9ª Vara Criminal da Capital, determinou a quebra do sigilo de dados dos computadores apreendidos na residência de Agnaldo Lopes de Vasconcelos, suspeito que confessou ter atirado e matado o capitão da Polícia Militar (PM) de Alagoas Rodrigo Moreira Rodrigues, em abril deste ano, no bairro de Santa Amélia, em Maceió. O pedido de autorização judicial foi feito pela Polícia Civil.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Foram apreendidos dois notebooks e dois HDs e o objetivo é obter imagens/vídeos do momento do crime, especialmente das câmeras de segurança da casa. As informações contidas nos aparelhos, porém, devem ser guardados em segredo de Justiça - a divulgação é proibida, sob pena de responsabilidade da autoridade policial.

Leia também

Em sua decisão, o juiz ressalta que, de acordo com a polícia, a medida é de extrema necessidade para viabilizar a reprodução simulada dos fatos. "[...] segundo o Perito Oficial responsável pela realização de tal perícia, existe, ainda, uma diligência pendente, cuja realização pode trazer dados importantes ao processo", diz ele na sentença.

Os bens apreendidos foram encaminhados ao Instituto de Criminalística, mas a diligência ainda não pode ser realizada por falta de autorização judicial. Geraldo Amorim ressalta que, apesar do direito constitucional à privacidade e à intimidade, a legislação permite a violação e casos de investigação criminal ou instrução processual penal.

Shorts Youtube
Play
Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Play
Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Play
Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Play
Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Ele também determina que as imagens sejam apagadas posteriormente. "O pressuposto [...] fundamenta-se na emergência da colheita da prova, a fim de que seja viabilizada a realização da reprodução simulada dos fatos, visando à busca da verdade real, de modo que as imagens/vídeos do momento do fato deverão ser acessadas pela autoridade investigadora imediatamente, considerando-se que caso não o sejam, venham a ser apagadas ou danificadas posteriormente."

Além do Instituto de Criminalística, o assistente de acusação do caso e a defesa, encabeçada pelo advogado Welton Roberto, também devem ser comunicadas da sentença.


				Juiz determina quebra de sigilo de dados do suspeito de matar capitão da PM
FOTO: Divulgação

O caso

O capitão Rodrigo Moreira Rodrigues, de 32 anos, foi morto a tiros no dia 9 de abril, durante uma ocorrência no bairro de Santa Amélia, na parte alta de Maceió. Ele estava na supervisão do Batalhão de Polícia de Radiopatrulha (BPRP) e foi baleado ao subir no muro de uma residência. Um dos tiros acertou o militar na região do pescoço.

Outros três policiais estavam na guarnição e não foram atingidos pelos projéteis. Na linha de frente, o capitão Rodrigues sofreu um disparo no pescoço e foi imediatamente socorrido ao Hospital Geral do Estado (HGE). Assim que chegou à unidade, ele não resistiu à gravidade e morreu.

O responsável pelos tiros é Agnaldo Vasconcelos, que está detido no sistema prisional. Ele foi preso no dia seguinte, quando estava na casa da namorada, no Jardim Petrópolis, sendo autuado em flagrante por homicídio e porte ilegal de munição de uso restrito.

Ele disse, em depoimento, que atirou contra o capitão porque não o identificou como militar. O capitão Rodrigo Moreira Rodrigues era casado e deixou um filho de oito meses. Ele e os outros militares informaram que a guarnição tentava localizar suspeitos de ter roubado um aparelho celular e o rastreador apontava que o equipamento estava no imóvel.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas